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Professor e ativista André Tavares desaparece a caminho do ato de 7 de setembro, em Belém

No último contato conhecido do educador, por um aplicativo de mensagens, ele teria dito que estava saindo de casa rumo ao protesto por volta de 10h

Fernando Assunção

Familiares e amigos estão mobilizados nas ruas e nas redes sociais para descobrir o paradeiro de André Luís dos Santos Tavares, professor de 49 anos, que desapareceu há cerca de dois dias em Belém

No último contato conhecido do educador, que também é ativista da causa da educação pública, por meio de um aplicativo de mensagens, ele teria dito que estava saindo de casa, no distrito de Icoaraci, rumo ao protesto Grito dos Excluídos, contra o governo federal, que ocorreu na última quarta-feira, 7 de setembro, com concentração no bairro de Nazaré, por volta de 10h, mas não chegou ao local. Segundo informações do boletim de ocorrência do desaparecimento, desde então, o professor não entrou mais contato com familiares e colegas de trabalho e não compareceu às escolas onde trabalha nessa quinta-feira (8).

Grito dos Excluídos reúne cerca de 2 mil pessoas em Belém; vídeo
O ato começou por volta das 10h e teve trajeto invertido: do colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré até o Mercado de São Brás

De acordo com amigos de André, ele vestia camisa branca, calça jeans azul e estava de mochila quando foi visto saindo de casa pela última vez

"Quero pedir a todas as pessoas, que nos ajudem a encontrar o professor André Tavares. Ele está desaparecido desde 10h de 7 de setembro, quando fez o último contato por Whatsapp comigo. Nós já fizemos várias buscas na casa de parentes, amigos, colegas de trabalho, em unidades de saúde e também nas delegacias de polícia. Quem conhece o professor, sabe que se ele estivesse com algum problema de saúde, entraria imediatamente em contato comigo ou outros colegas. Então, nós, amigos próximos do André, apelamos para que qualquer pessoa que o veja ou o tenha visto, entre em contato conosco", diz Silvia Oliveira, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação Pública do Pará (Sintepp) e amiga pessoal do ativista.

Ele trabalha na Escola Bosque Unidade Pedagógica Jutuba, localizada na Ilha de Jutuba, a cerca de cinco quilômetros do distrito de Outeiro, e na escola estadual Professor Jorge Lopes Raposo, em Icoaraci.

A Redação Integrada de O Liberal solicitou à Polícia Civil posicionamento sobre o andamento das buscas pelo professor e aguarda um retorno.

Belém
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