Padre Cláudio Pighin destaca amor e ação do Espírito Santo no sexto domingo da Páscoa
Religioso afirma que guerras, corrupção e falta de fraternidade revelam o afastamento dos ensinamentos de Jesus e reforça a necessidade de transformar o amor em serviço ao próximo
No sexto domingo da Páscoa, o padre Cláudio Pighin refletiu sobre o Evangelho do dia destacando um dos principais desafios enfrentados pela humanidade: a solidão. Segundo ele, a resposta para essa realidade está no amor ensinado por Jesus Cristo. Durante sua mensagem, o sacerdote ressaltou que “as palavras de Jesus animam os seus discípulos e garantem-lhes que Ele continuará a ser presente entre todos, embora de maneira diferente”.
O padre observou, porém, que muitos ainda não conseguem reconhecer a presença e a ação de Jesus no mundo atual. Para ele, “os escândalos de corrupção, os escândalos das guerras que aparecem em todos os segmentos da sociedade são sinais evidentes de incapacidade de seguir a Jesus e, portanto, sabê-lo ouvir”.
Na reflexão, Cláudio Pighin destacou ainda a preocupação de Jesus com os discípulos diante de uma realidade marcada por ameaças e escândalos. “Jesus é preocupado com os seus discípulos porque eles têm que ter capacidade de ser fiéis a Ele, embora vivam numa realidade de ameaças e de escândalos”, afirmou.
O sacerdote enfatizou que o caminho indicado por Cristo é a vivência do amor e da fidelidade aos mandamentos. Segundo ele, Jesus pede coerência de vida aos cristãos e promete a presença do Espírito Santo como auxílio permanente. “Quem conhece, reconhece a presença do Espírito da verdade. Quem não aceitar viver o testemunho de Jesus não poderá enxergar a ação do Espírito Santo”, disse.
Ainda de acordo com o padre, a presença do Espírito Santo é o que fortalece a comunhão entre Deus e os fiéis. “É esta presença que os ajudará a reviver Jesus. E, a partir daí, nasce uma profunda comunhão entre a ação de Deus e os seus fiéis”, ressaltou.
Durante a mensagem, ele também chamou atenção para a necessidade de transformar o amor em atitudes concretas dentro da comunidade e nas relações humanas. “Não adianta dizer ser cristãos se não se pratica o amor aos outros como Ele fez conosco, doando-se totalmente pela nossa causa. É um amor que se faz serviço”, declarou.
Ao encerrar a reflexão, padre Cláudio Pighin fez um convite aos fiéis para colocarem em prática os ensinamentos de Jesus no cotidiano. “Quanto mais se pratica o amor aos outros, tanto mais será a resposta de Deus Pai pelo Espírito Santo, renovando ainda mais o amor para nós”, concluiu desejando um bom domingo aos cristãos.
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA