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Operação Opus: Susipe pede ajuda a universidades e voluntários

Cerca de 30 advogados auxiliarão ações que iniciarão em casas penais do Estado

Dilson Pimentel

Por conta da alta demanda em assistência jurídica a sete mil presos paraenses - conforme anunciou a "Operação Opus", que a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará realizará, de 15 a 17 de janeiro, nos presídios localizados nos municípios de Santa Izabel e Marituba, na região metropolitana de Belém - a Susipe buscou apoio da Associação Brasileira de Advogados Criminalistas (Abracrim/Pará) e de universidades particulares, como a Unama, Fibra e Uninassau.

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A Susipe também estabeleceu parcerias com outros órgãos públicos, como a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Conselho de Política Criminal e Penitenciário.

Até o momento, 30 advogados já se inscreveram como voluntários, além de 20 estagiários de cursos de Direito.

SERVIÇOS E SAÚDE

Para o Diretor de Administração Penitenciária (DAP) da Susipe, tenente coronel Janderson Souza, a Operação Opus é qualitativa. "Levará profissionais e equipamentos para assistirem os custodiados, prestando a eles serviços de saúde e outras necessidades como o atendimento jurídico, disse.

A parceria entre a Susipe e demais instituições é interdisciplinar. Com o apoio da Universidade da Amazônia, por exemplo, a instituição vai colocar à disposição cerca de  20 alunos e professores do curso de Direito do Núcleo de Práticas Jurídicas, para atuar nos três dias da ação. Fibra e Uninassau também estão inscrevendo acadêmicos de Direito para trabalharem como voluntários.

"Esta parceria com a Susipe é importante, pois é uma ação que pode desafogar o sistema penitenciário e reinserir a pessoa privada de liberdade de volta à sociedade", afirmou o advogado Valério Saavedra, presidente da Abracrim.

Para o titular da Susipe, Jarbas Vasconcelos, os objetivos são mais ambiciosos. "Nossa meta, neste início de gestão, é distensionar o sistema e construir um ambiente mais saudável e seguro aos internos, enquanto preparamos as mudanças necessárias à humanização do nosso sistema penitenciário", disse.

Belém
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