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Missa de sétimo dia homenageia Dona Déa Maiorana em Belém

Familiares, amigos e autoridades participaram da celebração na Basílica Santuário de Nazaré

O Liberal
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Foi realizada na noite desta quarta-feira (6), às 19h, na Basílica Santuário de Nazaré, uma missa especial pelo sétimo dia de falecimento da empresária Lucidéa Batista Maiorana, a Dona Déa. A cerimônia religiosa reuniu familiares e amigos. Dona Déa faleceu na noite da última quinta-feira (30), aos 91 anos.

Durante a celebração, o padre Francisco Maria Chagas da Silva, reitor da Basílica Santuário de Nazaré, fez uma reflexão sobre o significado da vida, morte e ressurreição, além de pedir orações por Dona Déa. “Por nossa irmã Lucidéa, para que seja acolhida e descanse na casa do Pai. Por todos aqueles que se encontram entristecidos pela morte de uma pessoa querida, desejamos que encontrem consolo na fé, na esperança da ressurreição e da vida eterna e na solidariedade fraterna dos parentes e amigos”, refletiu o sacerdote.

Myriam Bendahan disse que Dona Déa era sua melhor amiga. Bastante emocionada, afirmou: “É muito emocionante falar neste momento. Ela era a minha melhor amiga. Nós viajamos juntas e agora só ficam as boas lembranças”.

Arminia Souza, que também era amiga de Dona Déa, falou sobre a convivência com a empresária. “Eu gostava muito dela. Ela era muito minha amiga e nós vivemos bons momentos. Eu viajei com ela. Me deu muita tristeza quando soube que ela não estava bem e, agora, com a notícia de que ela havia falecido. A lembrança que eu guardo dela é da bondade que ela tinha e da sensibilidade, que é a mesma que eu sempre senti para fazer o bem. Foi ela que me apresentou a solidariedade”, disse.

Dona Déa faleceu na noite de quinta-feira (30), aos 91 anos. Presidente do Grupo Liberal, ela foi uma das figuras mais influentes da sociedade paraense. Viúva do jornalista e empresário Romulo Maiorana, assumiu a liderança das empresas da família em 1986, após a morte do marido, tornando-se peça fundamental na consolidação do conglomerado de comunicação.

Natural de Monte Alegre, no oeste do Pará, nasceu em 10 de maio de 1934 e teve uma trajetória marcada pela superação. De origem humilde, mudou-se para Belém ainda jovem, onde conheceu Romulo Maiorana.

Ao lado do marido, participou da construção do grupo, incluindo a aquisição do jornal O Liberal, em 1966, e a expansão das empresas ao longo das décadas seguintes. Também acompanhou momentos decisivos da modernização da imprensa no estado, como a implantação do sistema offset e a criação da TV Liberal, em 1976.

Reservada, mas firme nas decisões, Dona Déa era reconhecida pela atenção aos colaboradores e pela atuação discreta nos bastidores. No campo social, teve participação ativa em iniciativas voltadas à educação, cultura e assistência, como o projeto Arte Pará e o Instituto Criança Vida, posteriormente rebatizado como Instituto Déa Maiorana.

Ela deixou sete filhos, Rosana, Ângela, Romulo, Rosângela, Rosemary, Roberta e Ronaldo, além de um legado que atravessa gerações e ajudou a moldar a comunicação na Amazônia.

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