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Câmeras de segurança flagram atitude honesta em campanha de doação

Ação faz parte de uma iniciativa do Fórum de Empresários com apoio do Grupo Liberal, que recebe e entrega doações de forma espontânea

Victor Furtado

Um dos pontos do Vai e Vem Solidário é o posto de combustíveis OK, que fica no bairro de Fátima, em Belém. Mais precisamente, na esquina da rua Domingos Marreiros com a travessa Nove de Janeiro ("posto do carrinho velho"). A ação é uma iniciativa do Fórum Paraense de Empresários pelos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, em parceria com o Grupo Liberal e o Instituto Criança Vida.

A ideia é simples: quem pode, faz doações de alimentos. Quem precisa, pode pegar o que precisar da mesa. Sem perguntas, cadastros, nem nada. Se o doador preferir, pode fazer uma contribuição em dinheiro. Como a movimentação ainda é pequena, a mesa com os alimentos estará disponível 24 horas por dia. Para doações ou retiradas.

Desde segunda-feira (3), quando a ação começou, boas histórias já foram registradas dos dois lados. Algumas pessoas que foram ao posto abastecer, acabaram voltando com grandes doações em cestas básicas. As doações em dinheiro podem ser feitas por PIX para o CNPJ 06.076.785/0001-62, que é do Fórum de Empresário. Os trabalhadores do posto, sem se identificar, dizem que acharam a ideia muito boa e sempre divulgam como podem.

Mais recentemente, nesta terça (4), um registro alegrou os trabalhadores do posto. Um rapaz passava e ficou curioso com a mesa cheia de alimentos e a informação de que poderia pegar o que quisesse. Estava de máscara, mas era possível ver que estava sorrindo. Acanhado, perguntou se podia mesmo pegar e pegou uma lata de salsichas. Ainda sem jeito, perguntou se podia pegar uma lata de sardinhas também. Alegre, pegou e foi embora.

"Não importa se é uma doação pequena ou grande. Quem pode dividir, ótimo. E quem precisa, pode ir buscar o que precisar. Ainda está no começo, mas já temos uma boa movimentação. Mais pessoas foram buscar e levam pouca coisa. Já as doações são poucas, por enquanto, e costumam ser bem volumosas. Deixamos as pessoas à vontade e não perguntamos nada. Até porque às vezes passa uma pessoa bem vestida, mas que não tem nada em casa", disse Ovidio Gasparetto, proprietário do posto e agente da ação Vai e Vem Solidário.

Belém
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