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Belém retoma vacinação e foca profissionais de saúde de Nutrição, nesta segunda-feira (5)

Categoria é o alvo de ação no Telégrafo. Capital aplicou 320 mil vacinas, destas, 80 mil foram para a segunda dose. O próximo grupo será o considerado de risco.

Valéria Nascimento

De acordo com o diretor de Vigilância à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), Cláudio Salgado, foram aplicadas, na capital paraense, o total de 320 mil vacinas, destas, 80 mil já na segunda dose da imunização. A campanha será retomada nesta segunda-feira (5), após o feriado da Semana Santa, apenas para profissionais de saúde, em dois locais de vacinação: só para os profissionais do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, no bairro de São Brás, e apenas para os trabalhadores da área de Nutrição, na paróquia do Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro do Telégrafo.  

As demais categorias serão vacinadas ao longo da semana, mas devem procurar a informação da vacinação nas suas clínicas e hospitais e em cada conselho profissional específico.

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"Vamos vacinar, no mínimo, 20 mil profissionais de saúde, e passar dos 50 mil vacinados. Queremos chegar em 100% dos profissionais da Saúde", afirmou o diretor da Vigilância à Saúde, Cláudio Salgado. Ele disse que a paróquia de N.S. do Perpétuo Socorro deve receber nesta segunda-feira, apenas os profissionais de Nutrição. Porém, por toda a semana, haverá imunização para os profissionais vinculados aos Conselhos de Medicina, Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Biomedicina, Psicologia e Serviço Social.

"Fizemos muita Astrazeneca no pessoal da Saúde, e a segunda dose está prevista só para o final de abril ou maio", acrescentou o diretor, doutor em Medicina pela Universidade de Tóquio, e professor titular da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Salgado informou que, praticamente, todos os grandes hospitais de Belém também deverão vacinar durante esta semana. Após, disse ele, a Prefeitura de Belém vai convocar as pessoas consideradas do grupo de risco, que são as que têm, por definição, as chamadas comorbidades, o que ocorre quando há associação entre duas ou mais doenças, ao mesmo tempo, em um paciente. 

No caso do coronavírus, doenças preexistentes como diabetes, hipertensão, asma e tuberculose estão entre as principais que podem afetar e agravar o estado de saúde de pacientes, levando à internação ou mesmo à UTI. 

O diretor da Vigilância à Saúde ponderou que a Sesma se organiza para a imunização do grupo de risco por considerá-la delicada e complexa por causa de definições que precisam ser feitas, a exemplo de quais documentos as pessoas deverão apresentar para atestar a cormobidade delas. Também há a preocupação com o deslocamento das pessoas do grupo de risco para os locais de vacina.

Faltam vacinas para ampliar imunização


Cláudio Salgado observou que o ideal seria que a partir deste mês de abril, Belém avançasse com a imunização das pessoas com cormobidades e também com a imunização até a faixa etária dos 30 anos de idade, mas isso não será possível, em razão da falta de vacina no município.

Também em razão da falta de vacina em Belém não há qualquer previsão de baixar a vacinação para pessoas com menos de 60 anos.

Belém
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