Agosto segue com diversão dos veranistas nos balneários

Os veranistas alegam que mesmo diante da preocupação com a pandemia, precisam usufruir de lazer

Bruna Lima

Como todos os anos, o mês de julho vai embora, mas o verão amazônico continua e as as praias e balneários continuam sendo lotados pelos veranistas. Neste domingo, 2, a reportagem de O Liberal visitou dois balneários localizados na Alça Viária e encontrou um clima de diversão e tranquilidade. Com relação ao momento da pandemia do novo coronavírus, de um modo geral as pessoas disseram que se preocupam, mas que também estão sentindo necessidade de lazer.

O primeiro balneário visitado, localizado no Km- 33 da Alça Viária, estava mais lotado. O clima era familiar e de descontração. Um dos funcionários do local, que pediu para não ter nome divulgado, explicou que o número de visitantes diminuiu em quase 50% com relação ao ano passado, uma vez que o espaço precisou passar por algumas reformulações para atender ao decreto do governo do estado.

"Aqui o horário foi reduzido, diminuímos o número de mesas e estamos tendo o controle maior com relação aos piqueniques", disse o funcionário. Claudia Silva, 49, foi com toda a família para o igarapé, inclusive os pais idosos. Todos estavam sem máscaras na mesa, mas ela disse que confia nos cuidados da família.

"Medo a gente sente, mas também é preciso ter esse lazer. Aqui estamos só entre família", declarou Claudia. 

Vanessa do Carmos, 35, é do município de Tomé-Açu, ela também seguiu com a família até o igarapé para aproveitar o domingo. Como a família de Cláudia, todos também estavam sem máscaras no balneário.

"Aqui fica complicado de usar máscara, pois estamos expostos ao sol. Confiamos que tudo vai dar certo", disse a jovem com relação ao coronavírus.

Em outro balneário, localizado no Km- 28 da Alça Viária, o clima era bem mais tranquilo e com menor número de visitantes. A proprietária do espaço, Lucia Borges, 44, disse que não está permitindo a entrada de ônibus que fazem piquenique, pois o controle do número de pessoas foi reduzido consideravelmente.

"Não está dando para aceitar os ônibus que fazem piquenique, pois não dá para ficar aglomerado. Aqui cada família fica em uma mesa e pode verificar que o espaço entre as mesas está bem distante. Por isso, queremos ficar tendo esse controle", declarou a proprietária do espaço.

Ana Cristina Rodrigues, 49, disse que se sentiu segura em ir ao igarapé, pois estava um espaço tranquilo e sem aglomeração. "Na minha casa quase todos já tiveram a covid, mas mesmo assim estamos evitando aglomerações. Por isso, resolvemos vir esse final de semana para o igarapé", declarou.

Belém
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