Ela acusou o médico neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov e o psicólogo Carlos Díaz de terem manipulado a família do craque por internação domiciliar inadequada após cirurgia cerebral
Gianinna disse que a saúde do craque estava se deteriorando seriamente um mês antes de sua morte e que essa observação foi feita diversas vezes ao neurocirurgião Leopoldo Luque, um dos réus
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