Os advogados alegaram que o processo já foi encerrado, as perícias concluídas e que não haveria mais interesse do Estado em manter os bens sob custódia
De acordo com os advogados, o documento reúne registros e datas de acesso que demonstrariam a inexistência de movimentação no perfil atribuído a Martins
O ministro justificou a medida como necessária "para evitar nulidade e garantir o direito de defesa", mas criticou o uso do processo "como instrumento de procrastinação"
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