Foi uma forma de o presidente defender a atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, ao mesmo tempo, demonstrar sua visão contra o controle excessivo do Estado na economia
O estudo mostra leves oscilações também na avaliação sobre a forma como o presidente governa: 44% aprovam (eram 43% em março), enquanto 50% reprovam (eram 51% há três meses)
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