O país também emitiu um "aviso" de que respostas a futuros ataques podem ser "mais dolorosas" e alertou o presidente dos EUA, Donald Trump, contra a ampliação do conflito.
O carregamento russo é o primeiro a chegar em Havana desde o início de janeiro, quando as forças americanas capturaram em Caracas o presidente venezuelano e aliado de Cuba, Nicolás Maduro
Joseph Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, ontem, em carta endereçada ao presidente Donald Trump e publicada nas redes sociais.
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