Aposentada Lucinilda Silva denuncia problemas na infraestrutura da estação BRT Marinha
Cadeiras quebradas e improvisadas, fiação elétrica exposta e vidros danificados são alguns dos problemas encontrados
Cadeiras quebradas e improvisadas, fiação elétrica exposta e vidros danificados são alguns dos problemas encontrados na estação BRT Marinha, em Belém. A infraestrutura precária vem preocupando usuários de transporte público que transitam pelo local, como é o caso da aposentada Lucinilda Silva, de 74 anos. O registro foi feito no dia 12 de junho.
A aposentada conta que não utiliza a estação com tanta frequência, no entanto, destaca que o problema com as cadeiras já persiste há algum tempo. O local conta com algumas cadeiras plásticas improvisadas, que são utilizadas pelos usuários para aguardar o transporte, na ausência de uma estrutura adequada para sentar.
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“Já tinha observado essa situação das cadeiras, agora os vidros dali não. É complicado sentar nas cadeiras, a gente tem medo de cair”, diz Lucinilda. O espaço está sem um dos vidros, que saiu do lugar e ainda não foi recolocado pelos responsáveis. As cadeiras de plástico estão amarradas no local com correntes, além de estarem quebradas.
“Acredito que pode ter acontecido por conta de vândalos. O passageiro que chega aqui ele já vai pegar o ônibus, não tem como fazer uma destruição. Uma fiscalização aqui seria necessária”, finaliza.
Em nota divulgada no dia 16 de junho, a Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade de Belém (Segbel) informou que já encaminhou a situação da Estação BRT Marinha para a equipe responsável pela manutenção dos equipamentos do sistema de transporte público, para que seja realizada uma vistoria no local e adotadas as providências necessárias.
“A Segbel reforça que a Prefeitura de Belém tem trabalhado para garantir melhores condições de uso nos espaços destinados aos passageiros e que as demandas de infraestrutura são acompanhadas de forma contínua, buscando oferecer mais segurança, conforto e qualidade aos usuários do transporte coletivo”, acrescenta a nota.
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