O que não pode fazer na Semana Santa? Veja 5 proibições da tradição católica
A Sexta-feira Santa, que em 2026 será celebrada em 3 de abril, é considerada o ponto alto desse período
A Semana Santa é um dos períodos mais significativos do calendário cristão, especialmente para os fiéis da Igreja Católica. A data relembra os momentos finais da vida de Jesus Cristo, desde sua entrada em Jerusalém até a crucificação, encerrando com a celebração da Páscoa.
No entanto, é entre a Quinta-feira Santa e a Sexta-feira Santa que se concentram as tradições mais marcantes e as orientações mais rigorosas da Igreja. Nesse intervalo, os católicos são convidados a intensificar práticas como oração, jejum e reflexão, em sinal de respeito ao sacrifício de Cristo. Saiba, a seguir, cinco atitudes que são proibidas nesse período.
Confira cinco atitudes consideradas "pecado" no período
- Evitar festas e músicas altas: Atividades festivas, como dançar ou ouvir música em volume elevado, são desaconselhadas, já que o dia é dedicado à reflexão sobre a morte de Jesus Cristo.
-
Abster-se de relações íntimas: O contato sexual é tradicionalmente evitado por muitos fiéis nesse período, como forma de penitência e respeito ao significado espiritual da data.
-
Jejum ao longo do dia: A orientação é fazer apenas uma refeição principal, podendo incluir duas menores, desde que não superem a maior em quantidade.
-
Evitar o café da manhã em práticas mais rigorosas: Seguindo costumes mais tradicionais, há quem opte por iniciar a alimentação apenas após o meio-dia, intensificando o jejum.
-
Suspender atividades ligadas à produção animal: Em algumas regiões, práticas como a ordenha são evitadas ao longo do dia, como sinal simbólico de sacrifício e respeito.
No Brasil, entre os dias que compõem a Semana Santa, apenas a Sexta-feira Santa é reconhecida como feriado nacional. A data, também chamada de Sexta-feira da Paixão, marca a crucificação de Jesus Cristo e é tradicionalmente dedicada ao recolhimento e às práticas religiosas.
(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)
Palavras-chave