Abrir sombrinha dentro de casa dá azar? Entenda a superstição por trás dessa ação
Embora alguns indivíduos não acreditem na suposição, outros preferem não testar com medo que aconteça algo de ruim com as pessoas
Quebrar espelhos, passar por debaixo de uma escada ou até mesmo cruzar com um gato preto pelo caminho são algumas das ações humanas em que as pessoas acreditam dar azar devido a tradição das superstições. Em algum momento da vida, você também já deve ter ouvido alguém falar que abrir sombrinha dentro de casa também não traz boas energias e que pode fazer até com que as coisas desandem na residência.
A superstição do guarda-chuva, apesar de ser algo que possui algumas dúvidas com relação a sua origem, faz com que muitas pessoas acreditem que abrir o objeto em um local fechado é completamente errado. Isso acontece porque, embora alguns indivíduos não acreditem 100% na suposição, eles preferem não testar com medo de que o gesto permita acontecer algo de ruim com as pessoas ou dentro do ambiente.
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Qual a origem dessa superstição?
A origem da superstição do guarda-chuva surgiu por volta de 1200 a.C., no período em que os antigos sacerdotes egípcios e a realeza local usavam sombrinhas produzidas de penas de pavão e papiro com a finalidade de protegê-los do sol nas ruas. Mas na época, eles não poderiam abri-lo dentro de casa, porque esse objeto longe dos raios solares poderia irritar o deus do Sol, Rá.
Ao longo dos primeiros anos da humanidade, os egípcios acreditavam que perturbar suas entidades costumava gerar consequências negativas para suas vidas, por essa razão, a população possuía um cuidado redobrado com o que eles faziam no cotidiano.
Ainda no Egito, a divindade egípcia Nut, a deusa do céu, era muito adorada também pelas pessoas que viviam durante esse período. Alguns pesquisadores revelaram que os primeiros guarda-chuvas foram criados para homenagear a maneira como ela protegia a Terra, mas se uma pessoa de sangue não-nobre utilizasse um desses itens, as pessoas acreditavam que ela traria um núcleo de azar para a vida.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Enderson Oliveira, editor web em Oliberal.com)
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