Summit Amazônia Produtiva

Gestão de resíduos sólidos é tema de debate

Tema foi apresentado pelo doutor em Geologia Sedimentar Igor Charles Castro Alves

Keila Ferreira

O Summit Amazônia Produtiva retomou sua programação, na tarde desta quarta-feira (11), abordando a gestão de resíduos sólidos e práticas de responsabilidade socioambiental na indústria da mineração.

Exemplos de boas práticas na indústria foram apresentados, entre eles o projeto S11D, da Vale, com atenção voltada a sustentabilidade e que, através das tecnologias implantadas, conseguiu reduzir em 50% a produção de CO2, diminuir em 93% o consumo de água e reutilizar 86% de água captada. 

"É possível, sim, ter essa atividade, que gera desenvolvimento para o Estado do Pará, com responsabilidade social e ambiental", enfatizou o doutor em Geologia Sedimentar Igor Charles Castro Alves, que ministrou palestra sobre o tema. 

Igor Charles

Igor mostrou as consequências provocadas pelo consumo, uso e exploração de recursos de forma não pensada e destacou a necessidade de um comprometimento ético-moral de cada cidadão na questão ambiental, especialmente no que se refere a destinação adequada do lixo - doméstico ou industrial.

Segundo Igor Charles, 40% do lixo produzido é material reciclável, mas grande parte se perde nos lixões. "Falta conscientização dentro de casa", observou. Para ele, também é preciso evolução por meio da gestão de resíduos e gestão sustentável. Além dos benefícios ao meio ambiente, isso pode melhorar a renda dos catadores de materiais recicláveis. "Os gargalos somos nós mesmos", acredita. 

MINERAÇÃO

De acordo com a organização do Grupo Liberal, que contou com o patrocínio da Vale e apoio do Simineral, o tema mineração foi escolhido por ser um setor fundamental para a economia estadual. No último ano, por exemplo, as Indústrias de Mineração e Transformação Mineral responderam por 88% das exportações no Pará.

A expectativa é que nos próximos cinco anos, a indústria mineral invista mais de R$ 22 bilhões e gere mais de 260 mil empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva local, respondendo por mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) paraense.

Summit
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