Soro contra covid-19 do Butantan esbarra na burocracia, diz Doria

Para o governador de São Paulo, falta senso de urgência para o órgão regulador

Agência Estado
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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que a burocracia da Agência Nacional de VIgilância Sanitária (Anvisa) é uma "má notícia" para os pacientes acometidos pela covid-19 e que poderiam ser ajudados pelo soro anticovid desenvolvido pelo Instituto Butantan. Segundo o governador, "falta senso de urgência".

Pelo Twitter, Doria afirmou que "para piorar, o Ministério da Saúde mandou uma comitiva para Israel para conhecer o soro produzido por lá". "Por que ignorar o que pode ser produzido no Brasil?", argumentou o tucano.

Segundo informou o governo do Estado, o soro é produzido a partir do plasma doado por pessoas que já se recuperaram da covid-19 e deve ser usado até 72 horas após os primeiros sintomas, evitando que quadros mais graves da doença se desenvolvam. Entre os hospitais que oferecem o tratamento em fase de testes estão os Hospitais Israelita Albert Einstein e o Sírio-Libanês, ambos da capital paulista.

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