Operação contra furto de energia identifica 14 casos de 'gato' na Grande Belém
O que chamou a atenção das equipes foi o caso de um estabelecimento comercial na Marambaia, em Belém, em que o proprietário do imóvel voltou a ser preso pelo crime de furto
Uma ação contra furto de energia realizada entre terça (7/7) e quinta-feira (9/7) identificou 14 unidades consumidoras com irregularidades nos municípios de Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e o distrito de Benfica. As fiscalizações encontraram fraudes em estabelecimentos comerciais e unidades residenciais, incluindo restaurantes, distribuidoras de bebidas, empresas de reciclagem, academias e residências.
O que chamou a atenção das equipes foi o caso de um estabelecimento comercial na Marambaia, em Belém, em que o proprietário do imóvel voltou a ser preso pelo crime de furto.
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"Quando um consumidor insiste em manter uma ligação irregular, ele coloca em risco não apenas o próprio imóvel, mas toda a vizinhança. As fraudes comprometem o funcionamento da rede elétrica, podem causar oscilações de tensão, interrupções no fornecimento, danos a equipamentos, além de aumentar significativamente o risco de choques elétricos e incêndios. O combate a essas práticas é fundamental para preservar a segurança da população e garantir um sistema elétrico mais confiável para todos", afirma o gerente de Serviços Técnicos e Comerciais, Jorivaldo Taveira Jr.
O furto de energia pode provocar curtos-circuitos, incêndios e acidentes graves, além de prejudicar a qualidade do fornecimento de energia para milhares de consumidores. Por isso, a Equatorial Pará informou que mantém ações permanentes de fiscalização, com foco na recuperação de energia, na regularização das unidades consumidoras e na segurança da população.
De acordo com a legislação brasileira, o furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de um a seis anos de reclusão, além de multa. Nos casos em que há adulteração do sistema de medição, o responsável também pode responder por estelionato, conforme o artigo 171 do Código Penal.
A Equatorial Pará reforça que denúncias sobre ligações clandestinas e fraudes podem ser feitas de forma anônima pela Central de Atendimento 0800 091 0196 ou número 190, da polícia.
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