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Investigador da Polícia Civil morre após ser baleado; Policial penal também foi alvo de ataque

A vítima fatal é o policial civil Hélio Solandro da Silva Castro, 49 anos; o sobrevivente é o policial penal Breno Cabral Pinheiro

O Liberal

Dois ataques a agentes de segurança pública foram registrados na noite desta quinta-feira (5), na Grande Belém. Os crimes ocorrem com uma diferença de cerca de uma hora entre um e outro, embora em bairros e municípios distintos, como Belém e Ananindeua. O primeiro deles vitimou o policial penal Breno Cabral Pinheiro. O segundo, levou à morte o investigador da Polícia Civil,  Élio Solandro da Silva Castro, de 49 anos.

Os dois policiais estavam de folga e foram baleados próximos à casa deles. Ambos foram socorridos e levados com vida para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, o que provocou um intenso movimento de viaturas e de policiais na unidade hospitalar, bem como de familiares e amigos das duas vítimas, como esposas, irmãos, sobrinhos e até vizinhos.  

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Policial penal é baleado em Belém
Breno Cabral Pinheiro, lotado na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Pará (Seap), foi encaminhado para o Hospital Metropolitano

Os ataques também tiveram modus operandi semelhantes, embora não se tenha informação que conecte um crime ao outro ou mesmo um ataque orquestrado contra agentes do sistema de segurança pública, na noite desta quinta-feira, em Belém e em Ananindeua.

Policial penal baleado no Tapanã 

O primeiro ataque ocorreu por volta das 19h, contra o policial penal Breno Cabral Pinheiro. Ele levou vários tiros quando andava na Pratinha, bairro em que mora a mãe dele, em Belém. A informação de colegas de Breno é de que ele é lotado como agente penitenciário na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), no município de Marabá, no sudeste do estado.

Breno teria vindo à capital paraense, de folga, para passar o Dias das Mães com a mãe dele. No entanto, enquanto andava a pé na Pratinha, numa próxima à casa da família dele, um carro se aproximou, homens desceram e dispararam diversas vezes contra ele.

A princípio, ele foi levado para a Unidade de Saúde do Tapanã. Em seguida, ele foi transferido para o Metropolitano. "Ele saiu daqui consciente", disseram funcionários da unidade de saúde, que preferiram não ser identificados.

Ataque ao policial civil na Guanabara 

Era perto das 20h, quando o investigador da Polícia Civil, Élio Solandro da Silva Castro, de 49 anos, lotado na Seccional da Cidade Nova, foi atingido à bala, no bairro da Guanabara, em Ananindeua. Hélio estava de folga e bebia com conhecidos num boteco do Mercadinho Curió, numa rua relativamente próxima à rua onde ele morava.

O investigador era bem quisto na corporação. Um policial experiente, com jogo de cintura para se relacionar com vários tipos de pessoas e de classes sociais, disseram alguns colegas da vítima.

Hélio faria 50 anos de idade no próximo dia 6 de julho, e segundo amigos, ainda não pensava em se aposentar da PC. Ele deixa três filhas. Duas com a atual companheira, com quem vivia; e a mais velha, do primeiro casamento. Hélio tem um irmão policial militar e sua atual mulher, também é policial civil.

Nota da Segup

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) informou que os crimes de homicídio e tentativa de homicídio cometidos contra os dois policiais civil e penal, na noite desta quinta-feira (05), estão sendo investigados pela Divisão de Homicídios (DH).

A Segup informou ainda que "equipes das forças de segurança pública montaram uma força-tarefa e estão realizando diligências na Região Metropolitana de Belém para identificar e localizar os autores, bem como apurar as motivações dos crimes. A Segup ressalta que nenhum dos agentes estava em serviço no momento em que foram vítimas dos crimes", conclui o documento enviado à Redação Integrada de O Liberal.

Polícia
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