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Bebê que foi arrancada da barriga da mãe em Marituba recebe alta hospitalar

Mãe foi assassinada no último dia 18 de dezembro. Agressora foi presa pela Polícia Civil.

O Liberal

A bebê que foi arrancada do ventre da mãe em Marituba recebeu alta hospitalar após 18 dias. A criança estava internada desde o último dia 18 de dezembro no Hospital Divina Providência, no centro do município. Ela foi liberada na quinta-feira (5), segundo confirmou à reportagem o delegado Moreira, de Marituba. A criança agora está sob os cuidados do Conselho Tutelar da cidade. 

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Mulher que matou grávida para roubar bebê no Pará era amiga da vítima Marielza confessou todo o crime brutal ocorrido na madrugada de sábado (18), em Marituba. Namorado da assassina foi fundamental para elucidar o crime.

No Pará, mulher mata grávida, tira o bebê e se passa por mãe da criança A vítima era uma mulher em situação de rua. A assassina, como levantou a Polícia Civil, possivelmente já planejava o crime contra outras mulheres. O bebê está vivo, apesar do parto violento.

O caso brutal chocou a Grande Belém. A mãe da criança, Clarita de Souza, de 22 anos, foi assassinada a facadas e teve a filha arrancada do ventre por Marielza Rodrigues Ferreira, de 38 anos. A mulher conhecia a vítima e foi presa pela Polícia Civil. O caso está sob investigação da Divisão de Homicídios, sob comando do titular, o delegado Cláudio Galeno, e também do delegado Thiago Diniz. 

Relembre o caso

Os detalhes do crime impressionam. Clarita era usuária de drogas e andava pelas ruas. Conforme detalhou o delegado Galeno, a jovem teria pedindo uma sandália para a agressora, por volta das 5h da manhã do dia 18 de dezembro. A mulher a convidou para entrar na residência. Foi dentro da casa que Marielza assassinou a jovem, que pouco depois foi encontrada com várias perfurações e um corte profundo na barriga. As autoridades policiais acreditam que Marielza não agiu sozinha.

A agressora tinha o plano de fingir ser mãe da criança. Após retirar a menina da barriga da mãe, ela seguiu até um hospital e relatou ter parido a bebê em casa. A equipe médica, entretanto, desconfiou da atitude de Marielza, que recusava atendimento e pedia cuidados apenas para a bebê. 

Enquanto isso, populares acionaram agentes civis e militares, porque perceberam que havia sangue escorrendo pela porta da casa de Marielza. Os agentes entraram na casa e encontraram o corpo de Clarita embaixo da cama.

Marielza foi detida ainda no hospital.

Palavras-chave

Polícia
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