Mancha achada no Atalaia é óleo comum de embarcações, diz Semas

Material passa por análises, confirmam governo do Estado e Marinha do Brasil

Redação integrada de O Liberal

A mancha de óleo identificada esse fim de semana na praia do Atalaia, em Salinópolis, no nordeste paraense, é óleo comum de embarcações, diz a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).

Em nota divulgada este domingo, a Semas afirmou que "não foi registrada a presença do óleo que atinge o nordeste do Brasil". O comunicado se referia a possíveis registros feitos no sábado (2), no município de Salinópolis, na costa atlântica paraense. A Semas confimou que foi coletada na região uma quantidade equivalente a 50 ml (1/3 de um copo) de óleo queimado, que deve ter saído de uma pequena embarcação. "O material já foi encaminhado à Marinha do Brasil, para análise", disse o governo do Pará.

Pequenas manchas de óleo foram detectadas este fim de semana na praia do Atalaia, no município de Salinópolis. Uma nota emitida sábado (2) e reiterada neste domingo (3) pelo Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN) da Marinha do Brasil já citava que não é possivel afirmar que o material encontrado em Salinópolis tenha qualquer relação com as ocorrências do litoral do nordeste. A Marinha também confirmou o envio do material recolhido para análise.

Confira a nota completa da Marinha do Brasil:  

A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), informa que foi recebida informação por parte de técnicos do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), sobre o aparecimento de pequenas manchas de óleo na praia do Atalaia no município de Salinópolis-PA.

A princípio, não se pode afirmar que o material encontrado tem qualquer relação com as ocorrências do litoral do nordeste. Será procedido o envio do material recolhido para análise. Foi enviada ao local uma equipe da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) com o objetivo de coletar as amostras e ampliar as informações levantadas para enviar ao Grupo de Avaliação e Acompanhamento (GAA), formado pela Marinha do Brasil (MB), Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A primeira fase da “Operação Amazônia Azul - Mar limpo é vida” já está em curso na área de Jurisdição do Comando do 4º Distrito Naval, que engloba os estados do Pará, Maranhão, Piauí e Amapá, e a Marinha do Brasil junto com as outras forças armadas, órgãos e agências ambientais e demais instituições envolvidas estão unidos com objetivo principal de preservação das áreas marítimas atingidas e monitoramento constante das Águas Jurisdicionais Brasileiras.

A Marinha do Brasil conclama a sociedade a participar ativamente nesse esforço de fiscalização, informando qualquer situação correlata, por meio do Disque Emergências Marítimas e Fluviais: 185.

Pará
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