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Agosto Dourado: Campanha incentiva o aleitamento materno

Marabá conta com um banco de leite humano, no Hospital Materno Infantil, e está precisando aumentar o número de doadoras

Tay Marquioro

Na rede municipal de saúde de Marabá, a programação da campanha Agosto Dourado inicia na próxima terça-feira (16). Há ações previstas para todas as unidades básicas de saúde da zona urbana, além das vilas Espírito Santo, Murumuru, Sororó, Carimã e Cristalândia. Já na zona rural, na região do Rio Preto nas localidades de Brejo do Meio, Santa Fé e Capistrano de Abreu, as ações acontecerão na última semana do mês de agosto.

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Na última semana, um evento realizado no plenário da Câmara Municipal de Marabá marcou a abertura da programação. A cerimônia contou com a participação de agentes comunitários de saúde, enfermeiros, técnicos em enfermagem, demais profissionais que atuam nas unidades de saúde, além de acadêmicos.

“Iniciamos a campanha com esses profissionais como forma de incentivo a amamentação. Esse é o papel da Atenção Básica, trabalhar a prevenção. A gente observa que a primeira vacina que é feita no bebê é o colostro, então é muito importante que a Atenção Básica multiplique as ações”, disse a diretora da Atenção Básica, Sheila Macedo. 

Marabá conta com um banco de leite humano, mas está precisando aumentar o número de doadoras (Foto ilustrativa/ Cristino Martins/ O Liberal)

Durante o evento, os participantes contaram com palestras de profissionais sobre a importância do aleitamento materno, além de relatos de doadoras e especialistas em pediatria e alergia a leite.

Vale ressaltar que o município de Marabá conta com um banco de leite humano, no Hospital Materno Infantil, e está precisando aumentar o número de doadoras. Até o fim de julho, havia apenas 30 mães cadastradas. Juliana Moreira Alves foi doadora do Banco de Leite por um ano. Isso aconteceu na segunda gestação, do filho Mateus, atualmente com 3 anos de idade. Ela chegava a doar até cinco frascos de leite a cada três dias.  

“Na minha primeira gestação eu não consegui amamentar e então eu vi a importância da amamentação para o segundo filho, até por conta da saúde, e decidi amamentar ele por completo, pelo tempo que eu conseguisse. Ele foi para a UCI (Unidade de Cuidados Intensivos), onde passou cinco dias precisando de leite de outras mães e daí eu decidi também doar para outras crianças, devido eu ter muito leite”, relembra a cabeleireira. “Quem puder doar, doe, é muito importante porque tem muita criança precisando”.

 

Pará
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