Reino Unido reúne mais de 40 países para traçar maneiras de reabrir Estreito de Ormuz
Os EUA não estão participando da reunião virtual
O Reino Unido acusou o Irã nesta quinta-feira (2) de manter a economia mundial como refém. A declaração foi feita enquanto diplomatas de mais de 40 países se reuniam virtualmente para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz, uma rota de navegação vital.
O estreito foi bloqueado em um contexto de guerra entre EUA e Israel contra o Irã. Os Estados Unidos não participaram do encontro, pois o presidente Donald Trump havia sinalizado que garantir a via navegável não era uma responsabilidade americana.
Trump também criticou aliados europeus por não apoiarem o conflito e renovou ameaças de retirar os EUA da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, destacou a importância das conversas.
Diplomacia para Reabrir Rota Vital
Cooper afirmou que as discussões, focadas em meios políticos e diplomáticos, e não militares, demonstraram a "força de nossa determinação internacional" para reabrir o Estreito de Ormuz. Ela frisou que o Irã "sequestrou uma rota de navegação internacional para manter a economia global como refém".
A secretária britânica comentou que os picos "insustentáveis" nos preços do petróleo e dos alimentos estavam "atingindo famílias e empresas em todos os cantos do mundo", reforçando a urgência da situação.
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