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Quais são os passaportes mais fortes do mundo? Veja a posição do Brasil no ranking global

Atualmente, brasileiros podem entrar em 109 países sem a necessidade de visto prévio

Estadão Conteúdo

O passaporte dos Emirados Árabes Unidos é considerado o mais poderoso do mundo em 2026, segundo o ranking Passport Index. O documento emiradense lidera o ranking com 182 pontos de mobilidade, indicador que avalia o acesso internacional oferecido aos cidadãos de cada país, incluindo destinos sem visto, autorizações concedidas na chegada e sistemas eletrônicos de entrada, como o eTA.

Na sequência aparecem França e Espanha, empatadas na segunda posição, com 175 pontos. O terceiro lugar é dividido por Singapura, Alemanha, Itália, Suíça, Portugal e Holanda, todos com 174 pontos.

O Brasil ocupa a 11ª colocação no ranking global, com Mobility Score de 163 pontos. O resultado coloca o país entre os documentos de viagem com maior mobilidade internacional e garante a liderança entre os passaportes da América Latina e da América do Sul.

Atualmente, brasileiros podem entrar em 109 países sem a necessidade de visto prévio. Outros 44 destinos permitem a emissão do documento na chegada, enquanto 10 exigem apenas uma autorização eletrônica de viagem. Em 35 países, ainda é necessário solicitar visto antes do embarque.

A posição brasileira reflete uma recuperação após a queda provocada pela pandemia de covid-19. Antes da crise sanitária, o país vinha ampliando sua pontuação no índice: passou de 142 pontos em 2015 para 160 em 2019. Com as restrições internacionais de viagem, o indicador caiu para 75 pontos, o menor nível da série histórica.

A retomada ocorreu gradualmente. O Brasil voltou aos 160 pontos em 2022, alcançou 163 pontos em 2023 e manteve o mesmo patamar em 2026, consolidando uma das melhores posições já registradas no levantamento.

Na América Latina, a Argentina aparece logo atrás do Brasil, na 12ª posição global, também com 163 pontos. O Chile ocupa a 13ª colocação, seguido por Uruguai, na 18ª posição; México, na 19ª; Peru, na 20ª; e Colômbia, na 31ª.

O levantamento considera as regras de entrada aplicadas por diferentes países e transforma essas condições em uma pontuação de mobilidade. Quanto maior o número de destinos acessíveis sem visto prévio ou por meio de processos simplificados, melhor a posição no ranking.

Confira o ranking de passaportes mais poderosos do mundo

  • Emirados Árabes Unidos - 182 pontos
  • França, Espanha - 175 pontos
  • Singapura, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca, Alemanha, Suécia, Países Baixos, Finlândia, Itália, Suíça, Grécia, Portugal, Áustria, Malásia, Noruega, Irlanda - 174 pontos
  • Malta, Polônia, Hungria, Letônia, Coreia do Sul, Japão - 173 pontos
  • Romênia, Eslovênia, República Tcheca, Croácia, Eslováquia, Bulgária, Estônia - 172 pontos Chipre, Lituânia, Reino Unido - 171 pontos
  • Canadá, Liechtenstein, Nova Zelândia, Austrália - 170 pontos
  • Islândia - 169 pontos
  • Estados Unidos, Mônaco - 168 pontos
  • Hong Kong - 164 pontos
  • Brasil - 163 pontos
  • Argentina - 161 pontos
  • Chile, Andorra - 160 pontos
  • San Marino - 159 pontos
  • Barbados - 155 pontos
  • Brunei - 154 pontos
  • Israel, Bahamas - 153 pontos
  • Uruguai - 151 pontos
  • México, Cidade do Vaticano - 150 pontos
  • Peru - 148 pontos
  • São Cristóvão e Névis, Seicheles - 147 pontos
  • São Vicente e Granadinas - 146 pontos
  • Antígua e Barbuda, Macau - 144 pontos
  • Costa Rica, Ucrânia - 143 pontos
  • Paraguai - 142 pontos
  • Trinidad e Tobago - 141 pontos
  • Granada - 140 pontos
  • Maurício, Panamá - 139 pontos
  • Santa Lúcia - 138 pontos
  • Dominica, Ilhas Salomão - 137 pontos
  • Colômbia - 135 pontos
  • Sérvia - 133 pontos
  • El Salvador, Guatemala, Macedônia do Norte, Geórgia - 131 pontos
  • Montenegro - 130 pontos
  • Samoa, Honduras - 129 pontos
  • Taiwan, Kiribati - 128 pontos
  • Tuvalu, Ilhas Marshall - 127 pontos
  • Tonga - 126 pontos
  • Rússia - 124 pontos
  • Albânia, Bósnia e Herzegovina, Moldávia, Venezuela - 123 pontos
  • Nicarágua - 122 pontos
  • Turquia, Micronésia, Palau - 121 pontos
  • Catar - 118 pontos
  • Kuwait - 111 pontos
  • África do Sul - 109 pontos
  • Timor-Leste - 103 pontos
  • Belize, Arábia Saudita, Maldivas - 102 pontos
  • Equador - 101 pontos
  • Bahrein - 99 pontos
  • Jamaica, Fiji - 98 pontos
  • Omã, Guiana, China - 95 pontos
  • Vanuatu, Tailândia - 94 pontos
  • Kosovo, Belarus - 92 pontos
  • Cazaquistão - 90 pontos
  • Indonésia, Bolívia - 89 pontos
  • Nauru, Papua-Nova Guiné - 87 pontos
  • Suriname - 86 pontos
  • Botsuana, Marrocos, República Dominicana - 83 pontos
  • Azerbaijão - 82 pontos
  • Lesoto, Namíbia, Armênia - 80 pontos
  • Essuatíni, Filipinas, Mongólia - 79 pontos
  • Malawi, Quênia - 77 pontos
  • Tunísia - 75 pontos
  • Tanzânia, Cabo Verde - 74 pontos
  • Gana, Zâmbia - 73 pontos
  • Gâmbia, Ruanda, Cuba, Quirguistão, Índia - 72 pontos
  • Uganda, Uzbequistão, São Tomé e Príncipe - 71 pontos
  • Zimbábue, Vietnã - 69 pontos
  • Benim, Moçambique, Gabão, Madagascar - 68 pontos
  • Serra Leoa, Argélia, Tadjiquistão - 67 pontos
  • Camboja - 66 pontos
  • Senegal, Burkina Faso, Guiné Equatorial - 65 pontos
  • Togo, Costa do Marfim, Mauritânia, Angola - 64 pontos
  • Níger, Butão - 63 pontos
  • Laos, Jordânia, Egito - 62 pontos
  • Mali, Guiné, Comores - 61 pontos
  • Haiti, Turcomenistão - 60 pontos
  • República Centro-Africana, Djibuti - 59 pontos
  • Guiné-Bissau, Libéria, Chade - 58 pontos
  • República do Congo, Camarões - 57 pontos
  • Burundi, Mianmar - 56 pontos
  • Sri Lanka, Líbano - 55 pontos
  • República Democrática do Congo, Nepal - 53 pontos
  • Nigéria, Etiópia - 52 pontos
  • Líbia, Irã, Sudão - 51 pontos
  • Sudão do Sul, Eritreia - 49 pontos
  • Bangladesh, Coreia do Norte - 48 pontos
  • Territórios Palestinos - 47 pontos
  • Iêmen - 45 pontos
  • Somália - 43 pontos
  • Paquistão - 42 pontos
  • Iraque - 41 pontos
  • Síria - 36 pontos
  • Afeganistão - 35 pontos
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