Ministro da Defesa de Israel afirma que chefe do Hezbollah agora é um 'alvo para eliminação'
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou nesta segunda-feira, 2, que o líder do grupo extremista Hezbollah, Naim Qassem, é um "alvo marcado" para eliminação. Em publicação na rede social X, Katz afirmou que a milícia libanesa "pagará um alto preço" pelos ataques contra o norte de Israel registrados na madrugada.
"Quem seguir os passos de Khamenei irá rapidamente juntar-se a ele nas profundezas do inferno, juntamente com todos os agentes do eixo do mal", escreveu o ministro.
O exército de Israel afirmou na manhã desta segunda que matou o chefe dos serviços de inteligência do Hezbollah, Hussein Moukalled, em um ataque em Beirute no domingo, 1º, em meio a novas hostilidades contra o grupo armado libanês.
"Em um ataque preciso em Beirute, o terrorista Hussein Moukalled, que chefiava o quartel-general da inteligência do Hezbollah, foi eliminado", afirmou o exército em um comunicado.
O grupo libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, afirmou ter lançado foguetes e drones contra Israel durante a noite, em represália pelo assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. Em comunicado, o grupo descreveu a ação como "uma barreira de mísseis e um enxame de drones" em defesa do Líbano e de seu povo, bem como em resposta aos repetidos ataques israelenses.
Israel afirmou ter interceptado um dos projéteis, enquanto os demais caíram em áreas abertas, sem vítimas ou danos. O Exército israelense anunciou que iniciou uma série de ataques contra alvos do Hezbollah "em todo o Líbano" e pediu que moradores de várias regiões se retirassem, destacando que a ofensiva era uma resposta direta ao lançamento de foguetes pelo grupo apoiado pelo Irã. Pelo menos 31 pessoas morreram e 149 ficaram feridas nos ataques.
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