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Estudante afirma que irá rejeitar herança de mais de 20 bilhões de reais: 'questão de justiça'

Marlene Engelhorn é estudante de literatura em Viena e rejeitará 90% da herança de 4,2 bilhões de euros; ela faz parte da organização Milionários pela Humanidade e acredita na taxação de grandes fortunas

Gabriel Mansur

A estudante de literatura Marlene Engelhorn se tornou assunto após declarar que irá rejeitar 90% de uma herança de 4,2 bilhões de euros (mais de R$ 20 bilhões) à qual tem direito. A mulher é descendente dos fundadores da empresa química alemã Basf, fundada em 1865, e que tem uma receita estimada em mais de 70 bilhões de euros. 

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Marlene faz parte da organização Milionários pela Humanidade, grupo que defende que os super-ricos sejam “taxados da mesma forma que os trabalhadores”. O dinheiro será da estudante quando sua avó, Traud Engelhorn-Vechiatto, morrer. Mesmo rejeitando 90% do valor, a herdeira irá receber 420 milhões de euros (aproximadamente R$ 2,2 bilhões).

Em entrevista para o jornal austríaco ORF2, Marlene Engelhorn afirmou que essa não é uma questão de querer, mas uma questão de justiça. "Eu não fiz nada para receber esta herança. Foi pura sorte na loteria do nascimento. Uma coincidência”, disse. Segundo a estudante, sua avó lhe deu a liberdade de fazer o que quisesse com o dinheiro.

Na mesma entrevista, a herdeira também afirmou que os atos de “benevolência” dos super-ricos são como “neofeudalismo” disfarçado de caridade, já que são os próprios ricos que decidem para onde as riquezas serão distribuídas

“A sociedade não tem que contar com o fato de que os milionários vão ser benevolentes. Troco ideias com outras pessoas, aprendendo o máximo que eu posso para ver o que funciona e o que não funciona. Para mim, o comprometimento com a justiça de impostos é muito importante, porque isso é que determina como a riqueza vai ser distribuída”, disse Marlene.

(Estagiário Gabriel Mansur, sob supervisão do editor executivo de OLiberal.com, Carlos Fellip)

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