Ataques de Israel no Líbano matam jornalistas; 51 profissionais de saúde já morreram
Os ataques voltaram a atingir profissionais de saúde e de imprensa neste sábado (28)
O número de mortos no Líbano, em meio ao conflito entre Israel e Hezbollah, alcançou 1.189 desde 2 de março. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde local, que registrou 47 óbitos nas últimas 24 horas. O total de feridos na região sul do país chega a 3.427.
A intensificação dos bombardeios resultou em novas vítimas. Profissionais de saúde e de imprensa foram novamente atingidos neste sábado (28). As ações recentes causaram a morte de nove paramédicos, elevando o número de trabalhadores da saúde mortos para 51 desde o início da ofensiva.
O impacto no sistema de atendimento também é significativo. Nove hospitais foram atingidos e cinco deles deixaram de operar. Esta situação amplia a pressão sobre a infraestrutura médica nas áreas mais afetadas pelos ataques.
Profissionais da imprensa são alvos
Ao menos dois jornalistas perderam a vida em um bombardeio no sul do Líbano. As vítimas foram identificadas como Ali Shoeib, da Al-Manar, e Fatima Ftouni, da Al-Mayadeen. O Exército de Israel afirmou, sem apresentar provas, que Shoeib possuía ligação com o Hezbollah.
Ações militares e diplomacia
No plano militar, Israel declarou ter atacado mais de 1.000 instalações ligadas à produção de armamentos no Irã. Estas incluem estruturas associadas ao programa nuclear iraniano. O objetivo seria reduzir a capacidade ofensiva do país.
Em outra frente, autoridades do Paquistão informaram que o Irã concordou em autorizar a passagem adicional de navios paquistaneses. O acordo prevê que dois navios por dia poderão atravessar o estratégico Estreito de Ormuz. Este gesto foi classificado como um passo relevante para a redução das tensões na região, segundo o ministro das Relações Exteriores paquistanês, Ishaq Dar.
Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA