Salários atrasados: funcionários do Vasco fazem greve em São Januário

Diante dos três meses de salários atrasados, acesso à sede principal do clube cruz-maltino foi impedido e até a luz chegou a ser desligada; Roberto Monteiro e Julio Brant são alvos

Felippe Rocha e Luiza Sá

O Vasco segue efervescente. Na manhã desta quarta-feira, funcionários do Estádio de São Januário fizeram uma greve, bloqueando a entrada principal e chegaram a desligar o fornecimento de energia elétrica. Como consequência, os alunos da escola do clube, que funciona no local, foram liberados. A paralisação terminou pouco antes do meio-dia, após conversa entre o presidente do clube, Alexandre Campello, e os grevistas.

Os funcionários do Vasco estão com três meses de salários atrasados - jogadores tiveram parte de um dos meses quitada. Nos protestos, foram mais criticados Roberto Monteiro e Julio Brant, opositores de Campello.

O protesto na Colina Histórica se dá menos de 12 horas após a suspensão da sessão do Conselho Deliberativo que poderia aprovar a tomada de R$20 milhões em empréstimo. Este valor seria destinado justamente para a quitação de vencimentos em atraso.

As ausências de membros do grupo Identidade Vasco, de Monteiro, e Sempre Vasco, de Brant, foram as mais relevantes para a não formação de quórum mínimo para abertura da sessão. Na semana passada, a tomada de R$10 milhões fora autorizada, mas ainda não houve minimização dos atrasos.

*Reportagem atualizada às 12h10.

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