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Torcedor do Paysandu, Henrique Melo conta como se tornou bicolor

Henrique Melo, 22 anos, estudante de Ciência Contábeis

Henrique Melo / Especial para O Liberal

Falar sobre o Paysandu Sport Club me emociona, pois lembro da minha infância, uma vez que meu pai, Ricardo Melo, sempre me incentivou a torcer por esse meu clube amado. Ele sempre me levava aos estádios da Curuzu e Mangueirão para acompanhar de perto a emoção de assistir o bicolor do Norte.

Nesses estádios eu vi e conheci de perto o Paysandu, clube que possui uma linda história no futebol nacional, sendo o único do Norte do Brasil a participar de uma Copa Libertadores da América, além de ser hegemônico na região, por causa do seu número de títulos. Isso tudo sem falar da linda festa da torcida conhecida como: Fiel Bicolor. É Impossível não olhar e não ser contagiado com tamanha emoção vinda das arquibancadas. 

Sendo assim, gostaria de citar uma das emoções que mais me marcaram nos últimos anos: o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. Na Série C do Brasileirão de 2014, o Paysandu decidiu a vaga fora de casa. O atacante Ruan, no final do jogo, marcou um golaço de cobertura em cima do Tupi.

Por fim, que nesse ano de 2021 nós sejamos abençoados para conseguir o tão sonhado acesso para o lugar que nunca deveríamos ter saído: a Série B.  Eu te amo, Paysandu. Obrigado por tantas alegrias. Rumo ao acesso!

Paysandu
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