Há 16 anos, Paysandu estreava em Belém pela Libertadores; Ronaldo relembra: "Bate uma saudade" Goleiro do Papão na campanha reviveu o empate com o Cerro Porteño, no Mangueirão Fábio Will 06.03.19 9h15 Ronaldo é preparador de goleiros do Paysandu atualmente (Marcelo Seabra / O Liberal) Há 16 anos, o Papão estreava diante da Fiel Bicolor na Taça Libertadores da América. No dia 6 de março de 2003, o Paysandu encarou a equipe do Cerro Porteño, do Paraguai, pela segunda rodada do grupo. Pela primeira vez, o Mangueirão recebia um jogo da maior competição de futebol das américas e o empate em 0 a 0 com o time paraguaio não decepcionou os bicolores. Um dos jogadores do Paysandu que participou daquela partida foi o goleiro Ronaldo Willis. Hoje com 43 anos, o “paredão” do Papão na Libertadores e atual integrante do quadro de preparadores de goleiros do clube, lembra com orgulho do momento em que defendeu o gol alviceleste e disse que a primeira partida diante da torcida foi especial. "Nós não nos abalamos com o empate em Belém, pois vínhamos de uma vitória fora de casa (2 a 0 sobre o Sporting Cristal-PER). Foi um resultado que não esperávamos, pois criamos uma expectativa de jogar com a nossa torcida, mas nenhum momento pensamos que aquele 0 a 0 fosse influenciar na nossa classificação", comentou. Relembre melhores momentos da campanha do Papão na Liberta! TORCEDOR O Paysandu até hoje é o único clube do Norte a disputar a Taça Libertadores e o primeiro jogo em casa tinha um sabor diferente para todos, principalmente para o torcedor, que teve a oportunidade de assistir no Mangueirão. Ronaldo lembrou que o torcedor ainda estava desconfiado com o time, sem acreditar na classificação, porém, empolgado com a vitória fora de casa diante do Sporting Cristal. "O torcedor não criou uma expectativa grande na nossa campanha na Libertadores. Nós fomos conquistando a confiança deles aos poucos, no decorrer da competição. Foi um resultado que não deixou o torcedor chateado ou com um sentimento de cobrança”, disse. Torcida do Paysandu foi um destaque extra da passagem paraense na competição (Raimundo Paccó / Arquivo O Liberal) SAUDADE O ex-goleiro do Bicola sente saudade da época do Papão na Libertadores e frisou o orgulho de ter marcado o nome na equipe de uma maneira em quem apenas um grupo seleto teve essa oportunidade. “Bate uma saudade porque o próprio torcedor foi conhecendo ali um Paysandu forte, com um plantel de muita qualidade. Isso dentro da própria Libertadores, mais até do que durante a nossa preparação que foi no Parazão, onde fomos desclassificados pelo Águia na Curuzu”, contou QUALIDADE DA EQUIPE Vélber era um dos expoentes de técnica no Paysandu (Jorge Saenz/AP) Segundo Ronaldo, o time da Libertadores foi um dos melhores que o Paysandu já teve. Para eles, o diferencial da equipe era o poder de conduzir a bola, principalmente com atletas com raízes paraenses. “Foi um grupo de qualidade. A capacidade de jogar com a bola era grande, pois sabemos que o futebol evoluiu pelo lado físico e com uma intensidade alta. Nós conseguimos mesclar isso. Nossa equipe conseguia marcar e sair com a bola no pé, principalmente com jogadores diferenciados como era o caso do Lecheva, Sandro, Vélber, Iarley e Robgol, nosso ‘matador’”, concluiu. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave esportes futebol paysandu jornal amazônia COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Paysandu . Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo! Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é. Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos. Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado! ÚLTIMAS EM PAYSANDU NA BRONCA Claudinei dispara contra arbitragem, diz que Paysandu jogou melhor e lamenta chances perdidas Para o treinador bicolor, a árbitra Edna Alves não voltou atrás em sua decisão após checar VAR em lance de possível pênalti em Vilela, apenas para não assumir que errou 30.08.25 20h30 SEM REAÇÃO CRB vence, e Paysandu segue na lanterna da Série B com sétima partida sem vitória Time alagoano dominou boa parte do jogo e marcou no início e no final do segundo tempo. 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