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Depois de quase 10 meses sem marcar, atacante do Paysandu quebra jejum: 'Não preciso provar nada a ninguém'

Vitor Feijão entrou na vaga de Uilliam Barros e foi bem

Nilson Cortinhas

O triunfo do Paysandu diante do Ferroviário teve vários significados, além, claro, da vitória essencial que recolocou os bicolores entre os quatro primeiros.

E um dos significados especiais foi a boa partida de atletas recém-chegados, entre eles, os atacantes Marlon e Vitor Feijão. O primeiro marcou dois gols. O segundo, inclusive, ao marcar o terceiro gol da vitória, quebrou um jejum de gols que já durava quase 10 meses. 

Até então, o último gol de Vitor Feijão havia sido em 26 de janeiro de 2020, com a camisa do Ferroviário, em um jogo do Campeonato Catarinense. Portanto, foram quase 10 meses sem saborear um gol próprio. Muito tempo para um atacante. "Quero, primeiro, parabenizar a minha partida e a partida da equipe. Consegui fazer aquilo que o professor pediu, para entrar e dar intensidade", frisou. 

Sobre o gol, Feijão admitiu um sentimento de alívio. Ele celebrou o momento com uma espécie de comemoração 'sai zica', ao usar a mão para indicar que tirava algo do corpo. "Significa muito pra mim, a vitória e o gol. Não preciso provar nada para ninguém. Estou feliz e quero dedicar o gol à minha família e a todas as pessoas que torcem por mim". 

Com 25 pontos, na quarta colocação do G4, Vitor Feijão recomenda cautela para evitar o sentimento de que a classificação já está encaminhada. "Manter o pé no chão, vamos no jogo a jogo".  

Paysandu
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