Garcez ganha moral no Paysandu e vira peça-chave no esquema tático do time
O meia-atacante disputou quatro jogos, contando com o carinho de amigos de longa data e da torcida, que já o vê como candidato a 'Xodó'
Maurício Garcez chegou ao Paysandu com a responsabilidade de ser um elo entre o meio-campo e o ataque. No primeiro desafio, cumpriu a missão, foi destaque no segundo jogo e, rapidamente, ganhou o respeito da torcida, tornando-se um dos pilares do meio-campo, que muito necessitava de um bom meia-atacante.
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Dada a necessidade do técnico Claudinei Oliveira, o jogador não contou conversa e mostrou seu cartão de visitas na estreia diante do Botafogo-SP. "Sou um jogador de velocidade, com boa sustentação, arrancada forte e muita intensidade. Aqui tenho atuado pelas beiradas, procurando ajudar no ataque e na marcação, voltando para recompor", disse ele, em entrevista exclusiva a O Liberal.
A contratação aconteceu no início de junho, vindo por empréstimo do Juventude-RS, onde teve poucas oportunidades na Série A — fato que impulsionou seu desejo de buscar novos ares, encontrados a milhares de quilômetros do Rio Grande do Sul. No Paysandu, foi abraçado pela torcida, sobretudo após a empolgante exibição no Re-Pa.
"Agradeço o carinho, mas ainda é cedo. Tem muita coisa para acontecer, muitos planos e objetivos, e o primeiro deles é tirar o time dessa situação o mais rápido possível. Felizmente, fizemos bons jogos e melhoramos um pouco a nossa posição — não o suficiente para sair do Z4. Então temos que manter a concentração e a mesma intensidade", diz ele, evitando o posto de “xodó” da torcida.
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Garcez disputou quatro jogos, tendo ainda um longo trajeto pela frente, contando com o carinho de amigos de longa data, o que tornou sua adaptação mais fácil. Abraçado pela torcida e pelo elenco, o jogador espera cumprir a missão e, quem sabe, continuar sua carreira defendendo o bicampeão brasileiro.
"Tem sido uma adaptação bem tranquila. Thalisson, Diogo e Vinni são as pessoas mais próximas, já conhecia eles antes, então isso facilita no dia a dia. É uma resenha muito boa, um clima bom demais para trabalhar. O pensamento agora é outro, mas, se tiver a oportunidade de seguir, eu vou querer, porque é um lugar que tenho gostado bastante", conclui.
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