Além do Paysandu: Veja outros clubes brasileiros que pediram recuperação judicial
Desde a promulgação da Lei das SAFs, times do país passaram a ter mais segurança jurídica para evitar falência.
A decisão que colocou o Paysandu em Recuperação Judicial acompanha um movimento que se tornou cada vez mais comum no futebol brasileiro nos últimos anos. Desde a promulgação da Lei 14.193/2021, que instituiu a Sociedade Anônima do Futebol (SAF), clubes passaram a ter maior segurança jurídica para utilizar os mecanismos que regulamentam a recuperação judicial e a falência no país.
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O pioneirismo foi do Figueirense-SC, em 2021, ao utilizar a recuperação extrajudicial para renegociar débitos. Em 2022, o Cruzeiro-MG tornou-se o primeiro clube de grande porte a recorrer à Recuperação Judicial como parte do processo que viabilizou a venda da SAF.
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No mesmo ano, a Chapecoense-SC buscou proteção judicial para organizar indenizações e dívidas trabalhistas.
O movimento se intensificou em 2023. O Coritiba-PR teve plano homologado com descontos expressivos em determinadas classes de credores. Santa Cruz-PE, Sport-PE, Paraná Clube e Náutico-PE também recorreram ao mecanismo para conter bloqueios judiciais e reorganizar passivos.
Em 2024, o Vasco-RJ solicitou a recuperação judicial para centralizar dívidas da associação civil e da SAF.
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