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Amor pelo Paysandu se multiplicou e amor ao clube foi passado de pai para filha

Narciso Silva, 50 anos, Administrador de Materiais

Narciso Silva / Especial para O Liberal

Como descrever o amor ao Paysandu? Deixar o coração falar e demostrar que esse sentimento é eterno e que o mesmo vem de berço. Lembro que meu pai, ainda na minha infância, me perguntava por quem eu iria torcer. E eu, com apenas quatro anos, respondia sem saber pronunciar direito “du” em alusão ao 'Maior do Norte'. 

Com o passar dos anos, o amor se multiplicou. Trouxe alegrias e momentos inesquecíveis. O Paysandu é tradição, é amor, é paixão, ser torcedor do maior do norte não se explica se vive. Sempre falo, que se o Paysandu for jogar no céu, eu morro pra vê-lo jogar. Meu bicolor é uma terapia pra mim, solução [remédio] para os meus males do dia-a-dia. Só que tem a honra de torcer por esse clube sabe o que estou falando.

Um legado que desde já transfiro para minha filha, Lorena, a qual representa muito bem todo esse amor ao maior da Amazônia. Ela frequenta aos jogos do nosso Papão sempre que possível e está morrendo de saudade de vê nosso time das arquibancadas.

Enfim, o Paysandu é minha alegria e vai ser por toda minha vida. O maior da Região Norte do país, legitimo representante dos paraenses. Eu te amo e a ti serei sempre fiel.

Paysandu
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