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FIA rejeita segundo protesto da Mercedes e confirma título de Verstappen na F1 2021

A Mercedes reclamou duas vezes, a FIA negou ir adiante com os dois protestos. Assim, Max Verstappen é campeão mundial

LANCE!

A Mercedes fez dois protestos aos momentos finais do GP de Abu Dhabi deste domingo (12), que definiu o campeonato 2021 da Fórmula 1, mas nenhum prosperou. A FIA anunciou, quase quatro horas depois do final da corrida, que negou ir adiante com o protesto da Mercedes pela liberação de retardatários para que retomassem a volta perdida sob safety-car e, assim, Max Verstappen se aproximasse de Lewis Hamilton. Verstappen é campeão mundial de Fórmula 1.

O protesto da Mercedes foi baseado no artigo 48.12 do Regulamento Esportivo da Fórmula 1, que fala sobre a mensagem que é deve ser enviada a todas as equipes de que os “todos os carros retardatários devem se separar agora”. Ainda, a regra deixa claro o momento de reinício da corrida. “A menos que o diretor da prova considere que a presença do safety-car ainda é necessária, uma vez que o carro da última volta tenha ultrapassado o líder, o safety-car voltará aos boxes no final da próxima volta.”

“Se o diretor da prova considerar que as condições da pista não são adequadas para ultrapassagens, a mensagem ‘ultrapassagens não serão permitidas’ será enviada a todos os competidores através do sistema oficial de mensagens.”

Esse item sugere também que, com a mensagem dirigida aos retardatários comunicada na volta 57 do GP de Abu Dhabi, o reinício só poderia ocorrer no final da volta seguinte, a 58ª, portanto sob a bandeira quadriculada.

A Mercedes anunciou logo após a corrida que faria uma reclamação oficial por situações das últimas voltas: o fato de somente os retardatários que estavam entre Hamilton e Verstappen receberem o direito de recuperar a volta que tinham perdido em relação aos líderes e uma possível ultrapassagem de Verstappen ainda com o safety-car na pista.

Ficou muito evidente logo na hora em que aconteceu que a Mercedes ficara revoltada. No rádio, antes da bandeira quadriculada, Toto Wolff, chefe dos anglo-alemães, foi à comunicação direta com o diretor de provas da FIA, Michael Masi, e reclamou. “Não, Michael, não é assim que se faz”, falou.

Às 15h18 (de Brasília), cerca de 3h30min após o final da corrida, e após receberem os membros da Mercedes e seus advogados para uma reunião, os comissários concluíram sobre a primeira das reclamações: nada a punir no que diz respeito à ultrapassagem sob safety-car.

“Os comissários determinaram que, embora o carro #33 tenha se movido ligeiramente à frente do carro #44 num momento, por um período muito curto, no momento em que os dois carros estavam acelerando e freando, ele voltou atrás do carro #44 e não foi para a frente quando terminou o período do safety-car”, referendou a decisão dos comissários da FIA.

A promessa era de divulgar a decisão final às 15h45, mas na hora combinada a FIA chamou de volta à sala dos comissários membros das duas equipes. A decisão viria um pouco mais tarde. Negado.

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