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Em evento no Pará, Wanderlei Silva elogia MMA regional: ‘O Pará respira luta’

Ex-campeão do extinto Pride, o “Cachorro Louco” era uma das estrelas do Iron Man 23, que ocorreu nesta sexta-feira (8), em Belém

Aila Beatriz Inete/Bruna Dias

Um dos maiores nomes do MMA brasileiro e mundial Wanderlei Silva esteve presente no Iron Man 23, realizado na última sexta-feira (8), em Belém. O ex-campeão do extinto Pride e ex-UFC acompanhou o evento ao lado do também ex-lutador e ex-BBB, Marcelo Dourado, e do filho Thor Silva. Em entrevista ao portal OLiberal.com, Wanderlei Silva analisou o MMA paraense. 

 

O ex-lutador ressaltou que o Pará é um celeiro de novos atletas. Além disso, defendeu que eventos como o Iron Man são muito importantes para o crescimento da modalidade e para dar oportunidades para novos lutadores.

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“O evento é muito bem organizado, sempre traz uma lenda do esporte, alguém que vai ajudar a promover. Consegue agregar muito o nosso esporte, dando oportunidade tanto para o atleta novo quanto para o cara que já está mais rodado”, declarou Wanderlei Silva. 

O ex-lutador também falou sobre a importância simbólica de referências internacionais na região. Segundo ele, isso motiva novos atletas. Ele citou como exemplo, o sucesso do paraense Deiveson Figueiredo, campeão do peso-mosca do UFC. 

“Temos alguns brasileiros campeões, aqui tem o Deivison ‘Daico’ Figueiredo, que é um grande campeão. E quando você tem um campeão da tua região, isso motiva toda uma geração a querer treinar e eu acho que quanto mais esportes, menos violência tem. A luta está na raça do povo paraense. O Pará respira luta”, afirmou o ex-lutador do UFC.

Wanderlei reassalta que muitos atletas ainda estão lutando em alto nível e isso é bom para o público que não acompanhou lutadores da geração dele em ação. (Sdiney Oliveira / O Liberal)

Luta para o entretenimento

Amigo do tetracampeão mundial de boxe, Acelino “Popó” Freitas, o “Cachorro Louco”, apelido que ganhou por causa do estilo agressivo dentro do octógono, também opinou sobre os novos eventos de lutas voltadas para o entretenimento. O ex-lutador acredita que esse formato é muito interessante para a popularização da modalidade.  

“Eu acho que é uma tendência mundial e eu estou vendo com muito bons olhos, porque tudo que envolve a luta, o esporte - como entretenimento ou competição - é muito bom. Abre-se um novo leque de opções para vários atletas, está divulgando, cada vez mais, o esporte e isso faz com que mais gente comece a praticar”, afirmou o ex-lutador.

A hora de parar

A última luta de Wanderlei Silva ocorreu em setembro de 2018, quando estava no Bellator e fez a quarta luta e revanche contra o norte-americano Quinton "Rampage" Jackson. O brasileiro perdeu no segundo round por nocaute.  

Desde então, Wanderlei não lutou mais profissionalmente e se aposentou em 2019. Apesar disso, o ex-lutador não critica quem está acima dos 40 e continua lutando, como no caso do paraense Lyoto Machida, que se mantém ativo mesmo aos 43 anos. 

Segundo ele, existem muitos atletas que ainda estão lutando em alto nível e isso é bom para o público que não acompanhou lutadores da geração dele em ação. No entanto, ressaltou que é importante saber a hora de parar: “É quando está com o bolso cheio ou quando não consegue mais lutar”, brincou Wanderlei. 

“Existe um ditado que diz: o artista morre duas vezes, uma quando se aposenta e outra da morte natural. E é muito difícil você parar de fazer o que você fez a vida toda, mas temos que saber a hora”, disse. 

Wanderlei Silva teve uma carreira muito vitoriosa, popular e também colecionou algumas polêmicas. Hoje, aos 45 anos, ele se dedica aos investimentos empresariais, como o aplicativo de compra e venda de caminhões e máquinas agrícolas. Além disso, o ex-lutador usa o seu conhecimento no MMA para treinar o filho Thor Silva, que tem luta marcada para o dia 27 de maio. 

“Ele vai fazer a terceira luta e eu estou muito feliz por poder estar ajudando meu filho e ver ele galgando os passos de ser um grande campeão”, finalizou o ex-lutador.

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