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27 anos da morte de um ídolo nacional: conheça a história de fãs de Ayrton Senna

Rafael da Silva e Elmiceli Saddy dividem o amor e a saudade do piloto

Beatriz Reis

Na manhã do dia 1º de maio de 1994, há exatos 27 anos, a vida de um ídolo nacional terminava na curva tamburello, no Autódromo em Ímola, na Itália. Ayrton Senna, que havia relato a dificuldade da curva, dia antes, foi vítima da combinação entre curva perigosa e extrema velocidade. Ele colidiu com uma mureta de proteção no Grande Prêmio.

O maior ídolo brasileiro da Formula 1 sofria um grave acidente ao vivo, diante de várias câmeras que estavam transmitindo para o mundo todo. Horas depois, veio a confirmação do óbito em um hospital da cidade. O Brasil se estabelecia num luto sem igual.

Passados 27 anos da cena, os fãs ainda lembram com carinho do ídolo, em especial, Elmiceli Saddy e Rafael da Silva (mãe e filho). Ainda criança, Rafael guarda na memória daquele dia triste.

“Estava assistindo com a minha mãe, eu era bem guri mas lembro da comoção que foi aquele dia. Já tinha falecido um piloto e o Rubinho (Barrichelo) já tinha sofrido um acidente. E na real: não era para o Senna ter corrido no domingo ou ter tido aquela corrida na Itália”, afirmou Rafael.

Rafael coleciona carros e réplicas dos chapéus de Ayrton Senna (Cláudio Pinheiro / O Liberal)

Para mãe de Rafael, o gosto pela Formula 1 e o carinho e a admiração por Ayrton Senna foi amor à primeira vista. Quando ela viu ele (Senna) desmaiar, ainda no autódromo, já tinha certeza de que ele havia falecido.

“Foi horrível, porque foi paixão à primeira vista e quando eu vi ele desmaiado eu já sabia que não tinha mais nada para ser feito. Mas levaram ele ao hospital, meu coração já dizia que não tinha mais nada a ser feito. Sempre que vou em São Paulo, vou ao tumulo de Senna”, afirmou Elmiceli.

Após o falecimento de Senna, Elmiceli deixou o amor pela Formula 1 apenas para o filho. Rafael é um dos colecionadores de materiais que remetem a história do principal piloto do Brasil - talvez do mundo, sendo referência para os vencedores atuais da Fórmula 1.

Rafael tem um pôster enorme de Ayrton Senna, localizado atrás da sua cama de casal. Além disso, o fã tem réplicas de chapéus, devidamente embalados, para manter a conservação do material. "Eu compro muitas coisas oficiais do Instituto Ayrton Senna para ajudar. Admiro o Senna, é uma herança que veio da minha mãe". Ele ainda assiste, por meio dos aplicativos de vídeo, corridas antigas de Senna.

Rafael da Silva tem como grande herança o amor por Ayrton Senna (Cláudio Pinheiro / O Liberal)

O legado do piloto é tão forte, que mesmo quase três décadas após a sua morte, há uma série de referências a Senna - uma delas é uma Escola Municipal Ayrton Senna, localizada em Icoaraci.

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