Leonã Pinheiro conta sobre a influência da família em seu amor pelo Remo

Leonã Pinheiro, 28 anos, vendedor

Leonã Pinheiro / Especial para O Liberal

O Meu grande influenciador foi meu pai, apaixonado pelo Clube do Remo e eu não fui diferente. Quando criança morava em bairro Cafezal, no município de Magalhães Barata. Era difícil ver jogos do Remo, mas tinha um tio meu que ficava com o rádio direto. Nos dias de jogos, ele ia para lá. Minha felicidade era quando escutava o narrador gritar que era gol do Remo. Eu não aguentava e gritava alto demais.

Quando vim para Belém, tinha um sonho de ver o Remo de perto. Foi quando um de meus irmãos começou a trabalhar e, sempre que podia, me levava aos jogos, principalmente aos domingos. Na primeira vez foi uma alegria tão enorme, que não pude conter as lágrimas. A meu ver clube de coração de perto.

Comecei então a trabalhar, ganhar o meu dinheirinho e sempre q podia estava lá, vendo meu Remo de perto. Tive muitas alegrias e também muitas tristeza. Mas em nenhum momento abandonei meu Clube do Remo e até hoje estou firme e forte com meu Leão. Foram tantos jogos que marcaram minha vida. Em especial um do dia 4 de junho de 2014, quando o Remo ganhou do nosso rival por 4 a 1. Leandro Cearense destruiu, junto com Eduardo Ramos, Ratinho e Rony.

Quando era dia de jogos, saia de casa umas 13h para chegar cedo, comer aquele espetinho e ir firme e forte me juntar à torcida, para ver o jogo. Tive a oportunidade de ver grande jogadores passarem por esse Clube do Remo, como Gian, Landu, Eduardo Ramos e o grande goleiro Adriano, o paredão.

Esportes
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