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TJD-PA julga envolvidos em briga após Re-Pa da final do Parazão 2022

Entre os réus está Luciano Mendes, então coordenador de segurança do clube bicolor, acusado de agredir diretora do Remo

Andre Gomes e Caio Maia

Começou no final da tarde desta quinta-feira (5) no Tribunal de Justiça do Pará (TJD-PA) o julgamento da confusão entre jogadores e membros da comissão técnica de Remo e Paysandu, que ocorreu no último Re-Pa, válido pela final do Parazão de 2022. Entre os réus do caso estão o zagueiro Marcão, do Paysandu, que foi expulso na partida, e Luciano Mendes, então coordenador de segurança do clube bicolor.

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Luciano, inclusive, é um dos personagens principais do julgamento. Após o final da partida, o coordenador bicolor agrediu a diretora de operações e logísticas do Remo, Valeny Silva. O caso foi registrado pelas câmeras que faziam a transmissão do jogo.

Pela parte do Remo, o treinador de goleiros Juninho e o assistente técnico Edson Gonzaga também aparecem como réus.

Paysandu afasta coordenador e decide continuar com o julgamento

O julgamento do caso quase foi suspenso mesmo antes de começar. No início da sessão, o Remo apresentou novas denúncias contra o Paysandu à Justiça. Entre os episódios que deveriam ser julgados estavam os lançamentos de objetos ao gramado da Curuzu e o apedrejamento do ônibus remista.

Devido a este acréscimo de denúncias, o TJD permitiu que o Paysandu escolhesse continuar com o julgamento ou remarcar a audiência para uma nova data, com o objetivo de estudar nova defesa. No entanto, o clube bicolor decidiu continuar com a sessão.

Logo em seguida, o Paysandu anunciou o afastamento de Luciano Mendes do cargo de coordenador de segurança do clube bicolor. Ele, que apesar de ser réu no caso, não está presente no julgamento.  

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