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Eleições da FPF: candidatos dividem opiniões quanto ao novo processo eleitoral

A equipe de O Liberal conversou com o presidente do Paysandu, Ricardo Gluck Paul, e com o advogado da chapa do ex-diretor da FPF Paulo Romano; ambos são candidatos nas eleições da Federação

Luiz Guilherme Ramos

O último edital divulgado pela Comissão Eleitoral da FPF determina que as eleições para a escolha do novo presidente da Federação Paraense de Futebol seja no próximo dia 29, na sede do Pará Clube, em Belém. Pode ser o fim de uma história que já se arrasta desde dezembro do ano passado.

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Na esteira das decisões envolvendo justiça e Ministério Público, foi determinado que as ligas e clubes não profissionais excluídos do processo seletivo, sejam recolocados, e que a lista de votantes seja a mesma do primeiro edital das eleições, previstas para ocorrer em dezembro de 2021. Em caso de descumprimento, será aplicada a multa diária de R$ 10 mil à presidente da FPF, Graciete Maués, ou ao presidente da comissão eleitoral, Marcelo Liendro da Silva Amaral.

Para o candidato da oposição, Ricardo Gluck Paul, o futuro da entidade está seriamente comprometido com a atual política eleitoral. "A FPF faz publicar neste final um edital ainda menor que as últimas edições, debochando da justiça, dos filiados e da sociedade em geral. Qual a chance de dar certa essa obstinação em escolher quem vai votar na eleição?", questiona.

Segundo ele, as sucessivas mudanças de data acabam por favorecer o candidato da situação, o ex-diretor da FPF, Paulo Romano. "A sanha pela reeleição de Paulo Romano, Adelcio Torres e Família Bororó já é um dos capítulos mais vexatórios da nossa história com ampla repercussão nacional - e esse conjunto de esforços realizados para fazer acontecer a reeleição de qualquer jeito, a qualquer preço, tem afundado diariamente o nosso futebol", critica.

Por outro lado, a chapa de Paulo Romano se posicionou favorável ao último edital divulgado. Ao O Liberal, o advogado do grupo, Davi Merabet, destacou a satisfação da chapa com a possibilidade de enfim fechar este capítulo do futebol paraense.

"A nossa chapa está convicta que foi cumprido os requisitos legais, acredito que vai acontecer as eleições. Esta decisão veio unificar todo o entendimento que tínhamos como legal. [A comissão eleitoral] pegou esta ação do MP e regulou todos os entendimentos em uma só decisão. A gente está satisfeito com a decisão, trabalhando para conseguir as assinaturas dos filiados, para termos um quarto dos filiados aptos a votar", apontou Davi.

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