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Após polêmica em Brasil e Argentina, relembre casos de interferência policial no futebol paraense

Racismo, atrasos na pensão alimentícia e furo do decreto de lockdown foram as razões

O Liberal

Um dos assuntos mais comentados no futebol foi a ação de fiscais da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (ANVISA), que interromperam a partida entre Brasil e Argentina no último domingo (5), na Neo Quimica Arena. Isso por causa do descumprimento de leis sanitárias. Inclusive, policiais federais estiveram presentes no estádio. Em alusão ao fato, a equipe de O Liberal relembra alguns casos de polícia no futebol paraense.

Nonato (2012)
O paraense Nonato, quando atuava pelo Mixto-MG, foi preso após a partida que eliminou o Remo, em Belém, na Série D. A polícia chegou minutos antes da partida começar, pois o atleta teria atrasado a pensão alimentícia do filho. Como o jogador era titular da equipe mato-grossense, foi feito um acordo e o atleta saiu preso do Mangueirão após a partida.

Vanderson (2013)
O volante Vanderson, na época capitão do Paysandu, foi preso faltando menos de dois dias para a estreia na Série B daquele ano, contra o ASA. Na época, o volante estava sendo acusado de não pagar mais de R$15 mil em pensão alimentícia. Vanderson ficou recolhido no Centro de Recuperação de Castanhal, onde foi autuado. Ficando de fora da estreia bicolor, no dia 24 de maio, em Paragominas.

Wellington Vero (2013)
O então preparador físico do Paysandu, Wellington Vero, foi acusado de injúria racial por um torcedor do Águia de Marabá. Segundo o torcedor, Wellington teria chamado de “frango preto”. O preparador foi detido por cerca de três horas na delegacia de Marabá, onde prestou depoimento e, após um pedido de desculpa, foi liberado.

Alguns anos antes, em 2008, Wellington se envolveu em outro caso de racismo, dessa vez foi contra o Castanhal, pelo Parazão. Vero foi detido pela polícia por ter dito palavras de cunho racista contra um gandula, que trabalhava na partida, chamando-o de macaco. Dessa vez, o preparador pagou fiança e foi liberado.

Igor João (2019)
O zagueiro paraense Igor João, ex-Remo, quando defendia a equipe do Sobradinho-DF, foi preso no hotel em que a equipe estava hospedada em Belém, às vésperas da partida contra o Leão Azul, pela Copa Verde.

O jogador foi preso por não pagar cerca de R$ 8 mil em pensão alimentícia para o filho que, na época, tinha cinco anos. A prisão foi feita por oficiais de justiça. Na ocasião, o clube pagou a dívida para que o jogador fosse liberado.

Pelada em pleno lockdown (2020)

Em maio de 2020, quando a cidade de Belém vivia seu primeiro lockdown por conta da pandemia da covid-19, um grupo de 95 pessoas foi conduzido à delegacia por furarem o decreto vigente na cidade para jogar futebol.

A denúncia foi feita para a Policia Militar Ambiental que cercou o local, que segundo informações havia cerca de 150 pessoas. No momento do cerco, foram detidos apenas 95, entre homens, mulheres e adolescentes. Foi preciso um ônibus para conduzir todos à delegacia. 

E você torcedor, se lembra de outra situação que aconteceu envolvendo jogadores e equipes paraenses? Comente nas nossas redes sociais.

(Beatriz Reis, estagiária, sob supervisão de Andre Gomes, repórter do Núcleo de Esportes)

Futebol
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