Seleção Brasileira: Martinelli fala sobre Escócia e possível vaga no time titular
Martinelli fala em decisão difícil contra a Escócia e destaca preparação da Seleção
Com a partida contra a Escócia se aproximando, o Brasil fez o seu penúltimo treino antes do jogo, o primeiro com o elenco completo, com exceção do lesionado Raphinha. O duelo diante dos europeus vale a classificação e a liderança da chave na Copa do Mundo da FIFA. Nesta segunda-feira (22), quem falou com a imprensa foi o atacante Gabriel Martinelli, jogador do Arsenal, que disputa o seu segundo Mundial.
Aos 25 anos, o atleta entrou no segundo tempo contra o Haiti e acertou uma finalização na trave, o que poderia ter ajudado o Brasil no saldo de gols. Contra os escoceses, a tendência é de um jogo mais complicado, e ele sabe da importância de marcar quando tiver a oportunidade.
"Vai ser um jogo muito difícil. Eles têm jogadores de qualidade e, com certeza, vão tentar ganhar da gente. Estamos treinando bastante para fazer um grande jogo e queremos sair com a vitória", afirmou.
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Martinelli atua prioritariamente pelo lado esquerdo do ataque. Revelado pelo Ituano, o jogador do Arsenal foi campeão da Premier League este ano jogando mais pelo lado esquerdo, mas chegou a atuar pela direita quando Bukayo Saka se machucou. Sobre a possibilidade de ser titular, ele disse que a decisão é do técnico Carlo Ancelotti.
"A gente fica triste pelo que aconteceu com o Raphinha e esperamos que ele volte o mais rápido possível. Temos muitos jogadores de qualidade para jogar por ali. Eu prefiro jogar na esquerda, mas posso atuar pelo outro lado. No final, a decisão é do mister", explicou.
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Na quarta-feira, Gabriel Martinelli vai encontrar dois adversários frequentes na Inglaterra: Robertson e McGinn, que atuam no Tottenham e no Aston Villa, respectivamente. Além deles, Kieran Tierney já foi seu companheiro no Arsenal, um reencontro que o deixa muito feliz.
"Fico feliz pelo Tierney, ele foi um grande companheiro na época de Arsenal. Conheço o Robertson e o McGinn, sei que eles são muito bons e podem nos trazer dificuldades, mas estamos preparados", comentou.
Em Miami, o jogo deve acontecer sob sol e com temperaturas próximas às de Belém. A cidade na Flórida é conhecida por ser a porta de entrada dos brasileiros, mas o clima de praia pode atrapalhar o jogo devido à sensação térmica elevada.
"Está muito calor, os jogadores não conseguem colocar o mesmo nível de intensidade da liga em que jogam. Mas não é o único fator, tem o costume também de atuar com os companheiros. Tem sido uma Copa muito bonita e com muitos jogos bons", concluiu.
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