Jogador ex-Paysandu e Tuna morre em acidente de moto no interior do Pará
Everton Moraes, de 21 anos, faleceu em um acidente de moto na estrada entre os munícipios de Bragança (PA) e Tracuateua (PA)
Morreu na manhã desta segunda-feira (16) o jogador Everton Moraes, de 21 anos. O atleta pertencia ao futsal do Paysandu, mas jogou futebol pelo Caeté, Pedreira e Tuna Luso Brasileira. A informação foi confirmada pela equipe de O Liberal com o técnico dele no Paysandu e também por seu empresário, o ex-jogador Fidelis.
Everton Moraes faleceu em um acidente de moto, na estrada entre Bragança (PA) e Tracuateua (PA). Fidelis, seu empresário, lamentou o ocorrido e falou da perda do jogador, que completou 21 aos no último dia 29.
“Ele faleceu em um acidente de moto entre Bragança e Tracuateua, agora ao amanhecer. Ele foi base do caeté, subiu no time profissional, mas como tinha idade para a categoria juniores, retornou para a base, foi campeão paraense com a Tuna, jogou a Copa São Paulo do ano passado pela Lusa e em 2025 retornou ao Caeté, jogou profissional e estava sem clube no futebol e estava atuando no futsal”, disse, Fidelis.
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O Caeté, clube que o revelou para o futebol, emitiu nota em suas redes sociais lamentando a morte Everton Moraes.
“A Sociedade Esportiva Caeté manifesta o profundo pesar pelo falecimento do atleta Everton Moraes dos Reis (Everto Tracuateua). Ele honrou nossas cores com dedicação, garra e espírito de equipe, deixando um legado jamais esquecido. Nos solidarizamos com familiares e amigos nesse momento de dor. Descanse em paz”, publicou a equipe de Bragança (PA)”, escreveu o clube.
O treinador de futsal do Paysandu, Bruno Pimentel, lamentou a perda do jogador, falou da vontade de Everton em quadra e que o futsal perde um jogador com um potencial enorme e de uma marcação implacável.
“Ele era um atleta com um potencial grande, de um vigor físico e que marcava muito. Foi campeão Sub-20 com a Tuna no futebol, trabalhou com o técnico Ignácio. Era um garoto que quase não falava, quieto, mas dentro de quadra tinha um vigor físico, finalizava muito forte, um moleque que tinha um futuro promissor. Só 21 anos que ele tinha, só 21. É muito complicado a perda do garoto”, disse o treinador bastante emocionado.
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