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Máscaras de proteção e antigripais lideram o ranking de venda de produtos nas farmácias

A terceira onda de covid-19 movimenta o setor

Abílio Dantas/ O Liberal

Desde o mês de dezembro de 2021, com o aumento de casos de gripe e covid-19, as farmácias de Belém registraram crescimento da procura de itens de prevenção. A demanda por termômetros e oxímetros (aparelho utilizado para medir o nível de oxigenação) tem provocado o esgotamento rápido dos estoques, por exemplo. A máscara de proteção, no entanto, continua sendo o produto mais procurado, ao lado de medicamentos antigripais.

A reportagem do Grupo Liberal realizou o levantamento na tarde desta terça-feira (25), consultando três unidades de vendas de três redes de farmácias distintas, em um mesmo bairro da capital paraense, o bairro do Marco. Os funcionários que disponibilizaram as informações afirmaram que o fluxo de clientes continua grande durante o mês de janeiro, com destaque para as pessoas preocupadas com sintomas de gripe e covid-19.

Na farmácia Extrafarma, máscaras e termômetros são os produtos mais procurados. “A procura por máscara aumentou bastante desde o fim do ano passado. O ritmo de venda é muito intenso. Parece que as pessoas realmente relaxaram no uso e depois retomaram”, afirma um funcionário do local, que preferiu não informar o nome.

Muitas pessoas chegavam a todo instante na loja da Extrafarma, a maioria para realizar o teste de covid-19. Filas eram formadas nas partes de fora e de dentro da loja.

Remédios antigripais são os produtos mais demandados na farmácia Maxi popular, por isso têm acabado rapidamente, informam os trabalhadores. O álcool em gel, por outro lado, não apresentou alta nas vendas. De acordo com um funcionário que também preferiu não se identificar, as máscaras de proteção nunca deixaram de ser bastante procuradas no local.

Na Farmácia Pague Menos, a ausência de termômetros e oxímetros começou a ser sentida nas últimas semanas, em razão do aumento das vendas. Apresentam destaque nas vendas, ainda, máscaras e medicamentos antigripais.

A administradora Rejane Ribeiro faz parte do grupo de pessoas que “correu” para as farmácias assim que a terceira onda começou em Belém, com aumento da ocupação de unidades de saúde e hospitais particulares. “Eu e minha família intensificamos muito a compra de máscaras, de álcool em gel e de termômetros. A partir das últimas semanas de dezembro, quando vimos o aumento do número de pessoas adoecendo, ficamos mais preocupados”, relata.

Vendas de antigripais disparam no Brasil

A Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) já identifica falta de medicamentos antigripais. De acordo com a entidade, a venda de antigripais neste início de janeiro e fim de dezembro chega a ser 142% maior do que no mesmo período de 2021.

“A procura por remédios para coriza, febre e dor de cabeça, muitos comercializados sem receita, triplicou em alguns estabelecimentos, na comparação com o mesmo período do ano passado”, completa a Abrafarma.

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