LibTalks Amazônia em Porto Velho destaca a hora da virada de chave de startups
Epísódio em Rondônia aborda os desafios dos processos de inovação para transformar ideias em negócios bem-sucedidos e sustentáveis
Uma conversa inspiradora e com lições didáticas para os empreendedores não desistirem frente aos obstáculos que não são poucos. A mediadora do episódio desta noite, em Porto Velho, Emilli Sousa, provocou as convidadas a falarem de seus principais desafios, e cada uma sintetizou sua trajetória com problemas e soluções e como seguem buscando conquistas. 2
A advogada Tânia Borges, CEO e Cofundadora da Ping, afirmou que no início ela nem sabia o que era uma startup. "Uma das características é ser um negócio escalável, e isso a gente descobriu com o apoio do Sebrae, e da comunidade de inovação, que conhecemos", afirmou.
Tânia contou que a empresa dela conquistou o primeiro capital empreendedor em uma rodada de negócios, em que participou de uma iniciativa de aceleração de startups em São Paulo, a partir do Sebrae. "O Sebrae nos levou para São Paulo para essa primeira rodada de investimentos. E nesse momento a gente entendeu que poderíamos jogar o jogo de gente grande. Não vamos desistir", disse ela.
Para a bióloga, Yara Bressan, a união faz a força. Ela falou sobre a importância das cidades criarem e fomentarem o movimento da inovação, porque essas comunidades, chamadas de ecossistemas, ajudam os empreendedores a crescerem de forma coletiva.
Especialista em inovação, Elisângela Gavino contou um pouco sobre a importância de acreditar na transformação e no desenvolvimento das ideias. Ela contou da conquista de prêmios nacionais, nos anos de 2020 e 2021, em São Paulo. Ela citou startups rondonienses que já vendem para outros estados e estão ganhando o mundo com tecnologias desenvolvidas cem por cento em Porto Velho.
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