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Ibovespa fecha no maior patamar desde 2 de março, com alta de 1,60% 

Nesta quarta-feira (25) índice fechou com ganhos, na terceira alta seguida 

O Liberal
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Nesta quarta-feira (25), o Ibovespa fechou no maior patamar desde o dia 2 deste mês de março último, data que marcou o início da guerra no Irã. A alta de hoje foi de 1,60%, aos 185.424,28 pontos, um ganho robusto de 2.915,14 pontos. É a terceira alta seguida.

Em 2 de março passado, o IBOV terminou a sessão com 189.307,02 pontos, uma alta de apenas 0,28%. Da sexta-feira, 27 de fevereiro, último dia antes da guerra, até o término da sessão desta quarta, o principal índice da Bolsa brasileira perdeu pouco mais de 3 mil pontos – tinha 188.786,98 pontos.

Foram 11 pregões no azul e 8 pregões no vermelho, desde que a guerra começou, sugerindo que o sentimento que prevalece é que os ativos brasileiros dão mais segurança nessa turbulência.

A alta não aconteceu hoje, somente no Brasil, o sentimento global foi de otimismo. Os principais índices em Nova York terminaram com ganhos confortáveis. O mesmo aconteceu nos mercados europeus. O petróleo caiu com amplitude, embora o Brent ainda esteja acima dos US$ 100. O ouro também caiu.

O real se valorizou, com o dólar comercial perdendo 0,65%, a R$ 5,220, mas quase ficou abaixo de R$ 5,20 (R$ 5,205 na mínima). E os DIs (juros futuros) terminaram mistos.

Somente seis ativos do Ibovespa terminaram no vermelho. Azzas 2154 (AZZA3) puxou a fila, com menos 2,01%. O resto subiu, inclusive a Petrobras (PETR4), com mais 0,49%, mesmo com petróleo em queda ampla, tanto que PRIO (PRIO3) foi uma das poucas em baixa, com menos 0,52%.

A Vale (VALE3) conseguiu alta de 1,86%, a despeito da queda do minério de ferro. Os bancos avançaram: BB (BBAS3), com mais 0,89%; Bradesco (BBDC4), com mais 1,80%; Itaú Unibanco (ITUB4), com alta de 1,32%; Santander (SANB11), com alta de 0,50%.

Todos os setores contabilizaram avanços. Os frigoríficos ainda reforçaram os ganhos da véspera: dessa vez, Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) subiram 0,24% e 0,66%, respectivamente.

A quinta-feira fará o investidor dar uma rápida pausa no noticiário da guerra e olhar para o IPCA-15 de março, o primeiro indicador sob efeitos do conflito, com previsão de mais 0,3%. Há ainda o relatório de política monetária trimestral, que dará novas pistas sobre o cenário brasileiro diante das incertezas globais.

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