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Pará tem cerca de 2 mil vagas abertas em concursos públicos e processos seletivos

Professor com 18 anos de experiência em preparação para concursos destaca dicas aos estudantes

Abílio Dantas / O Liberal

As pessoas interessadas em integrar o quadro de servidores de instituições públicas no Pará, em órgãos municipais, estaduais ou federais, com diferentes níveis de formação, podem concorrer a cerca de duas mil vagas que estão abertas em concursos públicos e processos seletivos em território paraense. Somando oportunidades no Judiciário, em secretarias do Executivo estadual, prefeituras municipais e universidades federais, 1.969 postos estão disponíveis em certames até hoje (15).

O anúncio mais recente de abertura de concurso ocorreu nesta sexta-feira (13), com a divulgação de que a Defensoria Pública do Estado do Pará está ofertando dez vagas para o cargo de defensor público, sendo cinco para ampla concorrência, uma para candidatos com deficiência, duas para candidatos negros, uma para candidatos quilombolas e uma para candidatos indígenas, além da formação de cadastro de reserva.

O candidato precisa ter diploma de bacharel em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e comprovação de três anos de atividade jurídica após o bacharelado. As inscrições serão abertas dia 20 deste mês e encerram dia 4 de outubro. O salário é de R$ 20 mil.

Já quem pretende participar da seleção para vaga temporária de docente substituto da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), disciplina de Morfofisiologia de Organismos Aquáticos, com regime de trabalho de 20 horas semanais, para o Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas, deve fazer sua inscrição até hoje. A seleção foi aberta no dia 9 deste mês e oferta salário de R$ 5.052,23 para o candidato aprovado. Poderão se inscrever no certame candidatos que tenham graduação, além de titulação de mestre.

Polícia Penal

O concurso para a Polícia Penal da Secretaria de Administração Penitenciária do Pará (Seap/PA) é o que oferta o maior número de vagas até o momento; 1.646 vagas de preenchimento imediato e 299 para formação de cadastro reserva. Segundo o edital, das vagas imediatas, 1.292 são para candidatos do sexo masculino e 354 para o sexo feminino. Já no cadastro reserva, 234 serão para homens e 65 para mulheres. O cadastro reserva serve para futuras chamadas, dentro do prazo de validade do concurso, conforme a necessidade da Secretaria.

A carreira de Policial Penal exige apenas ensino médio completo, além de carteira nacional de habilitação - CNH categorias A e 'D', aptidão física, mental e psicológica e não ter antecedentes criminais, entre outros requisitos. O salário inicial é de R$ 2.810,00 em regime de escala, a ser definido após o ingresso no cargo.

Preparação

Com 18 anos de experiência como professor de cursos preparatórios para concursos públicos, Josué Rescinho destaca quatro fundamentos para que os estudantes sejam bem sucedidos no caminho de conquistar uma vaga no funcionalismo público. “Primeiramente, é fundamental que o candidato tenha planejamento. Ele precisa saber o objetivo que quer alcançar e organizar a carga de estudo que será necessária. Em média, o recomendado é que seja estabelecida rotina de quatros horas de estudo, sendo três para absorção do conteúdo e uma hora para exercício. Em seguida, destaco a disciplina, que é fundamental para que o planejamento seja realizado”, ensina.

Foco e determinação são os outros pontos demarcados por Josué Rescinho. “Com foco, quero dizer que não só é preciso planejamento e disciplina, mas também ter qualidade na execução dos estudos, não dispersar. Em seguida, a determinação é necessária para que o candidato não desista nos momentos mais difíceis, para que ele possa chegar até o fim”, completa.

Priscila Sibele Souza Moura, 30 anos, iniciou sua rotina de estudos para concursos em 2016, quando decidiu sair do seu emprego de carteira assinada e se dedicar para conquistar uma vaga no funcionalismo público. Para custear as despesas do dia a dia, Priscila começou a trabalhar com serviço de estética de forma autônoma. “Como o trabalho é feito com hora marcada, é possível conciliar a clientela com os estudos. Eu já passei em alguns concursos municipais, mas decidi não assumir porque o que eu queria mesmo era o concurso da PM (Polícia Militar). O ‘concurseiro’ nunca para de estudar, está sempre buscando novos concursos”, relata.

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Concurso e Emprego
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