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Combustíveis elevam a inflação na Região Metropolitana de Belém

Mas é o menor aumento de preços entre as 11 regiões metropolitanas pesquisadas

O Liberal

Puxada pelo aumento na gasolina (8,11%) e no diesel (12,16%) a prévia da inflação na Região Metropolitana de Belém (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA) ficou em 0,76% em novembro, acima do registrado no mês anterior (0,51%). Apesar disso, a RM de Belém teve o menor aumento de preços entre as 11 regiões metropolitanas pesquisadas, Salvador (1,47%), Fortaleza (1,35%) e Belo Horizonte (1,34%) tiveram as maiores altas. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (25) pelo IBGE. As informações foram divulgadas pelo IBGE.

O resultado da prévia da inflação observado em novembro (0,76%) foi maior que o mês anterior (0,51%) e ficou estável em relação ao mesmo mês de 2020 (0,79%). Além disso, a inflação acumulada nesse ano até novembro (8,98%) é maior que a acumulada no ano anterior (3,2%). 

Os principais responsáveis pelo aumento de preços foi o grupo Transportes (3,39%). Dentro desse grupo a gasolina (8,11%) e o diesel (12,16%) tiveram grande impacto nos preços decorrente da alta do preço do petróleo, cotado em dólar, nos mercados internacionais e o aumento da demanda mundial depois do pico da pandemia da Covid.

Outro fator que contribuiu para que a prévia da inflação não fosse maior foi a desaceleração dos preços no grupo Alimentação e bebidas (-0,12%) pela queda de alguns alimentos como açaí (-9,3%), banana (-5,95%), feijão (-5,53%), acém (-4,75%), leite longa vida -4,59%), leite condensado (-4,15%), manteiga (-3,73%) e arroz (-3,7%). 

Em contrapartida alimentos como laranja (7,56%), cenoura (7,13%), batata (6,33%), banana (6,06%), e tomate (5,69%) apresentaram aumento nos estabelecimentos visitados pela pesquisa de preços do IBGE.

 

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Economia
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