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É Pará Isso: conheça a civilização pré-histórica do Pará que deu origem ao homem amazônico

O Parque Estadual Monte Alegre apresta uma área total de 36,78 Km² com pinturas rupestres serras, vales e cavernas

Fábio Barbosa/ Especial para O Liberal

O berço da civilização amazônica está salvaguardado no Pará: o Parque Estadual de Monte Alegre (Pema), santuário do homem amazônico pré-histórico, com suas pinturas rupestres, é o patrimônio maior desta cidade da Calha Norte do Pará. Fábio Barbosa (@fabiobarbosafb) nos leva a uma viagem para cerca de 12 mil anos atrás, estimativa do tempo em que as pinturas foram gravadas nas rochas da Amazônia.

O Parque Estadual Monte Alegre apresta uma área total de 36,78 Km² (3.678 ha) com pinturas rupestres serras, vales e cavernas. Esse sítios arqueológico é o mais antigo da Amazônia Sul Americana com pinturas rupestres datadas em 11.200 anos.

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Bem na frente do Centro de Visitação está a Serra da Lua, com seu impressionante paredão de pedras. Para a sorte dos visitantes, no processo de musealização realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), foi instalado na trilha um corrimão que ajuda e muito na subida até as pinturas rupestres.

Existem pinturas por quase 200 metros do paredão na serra. São figuras na cor amarelo e vermelho que representam animais, formas geométricas e mãos (a mais impressionante!).

O Pema foi escolhido em 2022 como um dos 25 patrimônios mundiais a serem apoiados pelo 2022 World Monuments Watch.

Realizada a cada dois anos pelo Fundo Mundial de Monumentos (WMF), a escolha é voltada a espaços com valor patrimonial extraordinário e que enfrentam desafios urgentes.

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A seleção foi feita a partir de uma chamada que recebeu mais de 225 inscrições. Elas passaram por análise criteriosa do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS), que juntamente a um painel independente de especialistas internacionais fez a seleção final. A indicação de Monte Alegre foi resultado do relatório coordenado pelos arqueólogos Edithe Pereira (MPEG) e Claide Morais (UFOPA) em parceria com a plataforma Cipó.

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O vídeo com a jornada à pré-História da Amazônia é a mais nova aparição de Fábio Barbosa (@fabiobarbosafb) no É Pará Isso. Fábio é um dos seis selecionadas do projeto "É Pará Isso", desenvolvido pelo Grupo O Liberal e Meta (Facebook/Instagram) e com apoio do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ), Associação Nacional de Jornais (ANJ) e Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner). 

Durante os meses de junho e julho, seis produtores de conteúdo vão mostrar em vídeos o potencial cultural, turístico e histórias de diferentes regiões do Estado. As produções são divulgadas nas redes sociais de O Liberal (@oliberal) e estão disponíveis em OLiberal.com/e-para-isso.

Palavras-chave

É Pará Isso
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