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'Mari no Barzinho' chega às plataformas e cantora sinaliza possível gravação em Belém

Gravado em Fortaleza, projeto intimista de Mari Fernandez estreia nesta quinta (7) e pode ganhar edição na capital paraense

Ana Laura Carvalho
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A cantora Mari Fernandez lança nesta quinta-feira (7), às 21h, o projeto Mari no Barzinho, nas principais plataformas digitais. Gravado em Fortaleza, cidade onde deu os primeiros passos na carreira, o trabalho chega com proposta intimista e já projeta novos destinos, entre eles, Belém, que pode receber uma futura edição do projeto.

Em entrevista exclusiva ao Grupo Liberal, concedida na tarde desta terça-feira (5), a artista destacou a essência do novo trabalho. “O Mari no Barzinho está trazendo aquela alegria de sempre que o projeto traz. É um projeto muito alegre, muito intimista, um projeto que me aproxima muito dos fãs, para realmente a galera assistir, ouvir as músicas num momento de alegria, quando você está em casa fazendo um churrasco, quando você está se divertindo ali com os amigos, com a turma no final de semana”, disse Mari Fernandez.

A cantora também ressaltou a identidade do projeto ao longo de suas diferentes edições. “É um projeto, assim, de um repertório bem legal. Não só a edição de Fortaleza, mas nas outras edições também, como Goiânia, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. É um projeto que, graças a Deus, traz muito a minha verdade”, afirmou.

O retorno ao formato de barzinho tem um significado especial para a artista. “Eu comecei cantando nos barzinhos e poder agora voltar a gravar nos barzinhos, depois de, graças a Deus, ter realizado tantas coisas que eu sonhei, que eu idealizei na minha carreira, é algo muito gratificante. É nostálgico, sabe? Voltar para esse ambiente que foi onde tudo começou, que foi uma grande escola para mim”, reconheceu.

O projeto conta com seis faixas, que também terão versões em vídeo no YouTube. “Todos os áudios vão ficar disponíveis e todos os vídeos também no canal no YouTube para a galera assistir. Não só ouvir o áudio da música, mas assistir ao clipe também. Vêm seis músicas nesse projeto e uma se chama Telefone Sem Fio”, adiantou.

Sobre o repertório, Mari detalhou as canções escolhidas. “Vem um pot-pourri que se chama Rapariga/Amor Amor/Ainda Bem, que são três músicas. Aí tem a terceira faixa: Quatro e Meia da Manhã, Versão Saliente, Vai Lá e Tenta. São seis faixas aí para a galera, sendo que uma dessas faixas é um pot-pourri com três músicas e uma faixa só, para a galera escutar bastante em casa, tomar uma e se divertir”, disse.

Entre as músicas, “Telefone Sem Fio” já vem ganhando destaque nas redes sociais. “Foi uma música que a gente escolheu para soltar o áudio teaser para a galera já ter ali um pouquinho do gostinho de como é o Mari no Barzinho. E a galera já ir se adaptando, já ter uma música ali para a gente ir divulgando o projeto antes mesmo de lançar”, destacou.

A cantora também comentou sobre a repercussão da faixa. “Telefone Sem Fio é uma música que, graças a Deus, cara, a galera tem me abraçado muito, assim. Já está crescendo muito no TikTok, a galera fazendo vídeo, no Instagram também. Eu acho que já tem alguns shows, inclusive postei até alguns vídeos nas minhas redes sociais, que a galera está começando a cantar, aprendendo a cantar a música. Já consegui fazer programa de TV agora, programa da Eliana, ‘Em Família’, cantando a música”, comentou.

Apesar do destaque, Mari reforça que o projeto vai além de uma única canção. “Então eu acho que, assim, é uma das músicas que mais promete. Ela está indo bem, mas as outras também não ficam atrás não. Tem muita música boa nesse repertório e tem de tudo um pouco”, afirmou.

A escolha das músicas, segundo a artista, foi um dos processos mais desafiadores. “Não é fácil. Desde o início do ano que eu venho fazendo alguns encontros com compositores em Fortaleza, em Goiânia, reunindo com eles, compondo, escrevendo músicas, indo para estúdio, produzindo, testando, colocando voz. Esse tom não está bom, vamos mudar o tom. Essa produção aqui eu acho que dá para melhorar algumas coisas”, explicou.

“Testamos muita música. Teve muita música que a gente produziu e acabou que, no final, a gente falou: não, acho que essas seis aqui realmente são as melhores, vamos lançar essas seis. E as outras a gente vê depois em outro projeto, se se encaixa ou não, mas agora, nesse momento, nesses projetos, são essas. A gente escolheu a dedo mesmo”, completou.

Mari também relembrou o contexto de criação recente. “Desde o início do ano que eu já venho escolhendo. Lancei ‘Saudade do Caraio’, que é um single com o Natanzinho Lima e Grelo, e aproveitei que a música estava indo muito bem, performando muito bem, para ter esse tempo de ir idealizando, criando novas músicas para conseguir lançar essas seis músicas nesse projeto tão incrível, que é uma responsabilidade muito grande, mas, graças a Deus, parece que deu certo”, disse.

Gravação em Belém

Sobre a possibilidade de levar o projeto para Belém, a cantora demonstrou entusiasmo.

“Tenho vontade. Belém está aí na lista das cidades que a gente tem pensado em gravar, porque realmente são muitas cidades. Eu tenho vontade de levar o Mari no Barzinho ao máximo de lugares que eu conseguir. Já tive uma experiência com Belém, gostei. Quem sabe, quando a gente for se preparar para gravar um próximo agora, se Belém não vem forte aí, se a gente não grava em Belém?”, afirmou.

A artista também comentou sobre possíveis parcerias locais. “Eu acho que tudo vai depender das músicas. Isso de parceria, de feat, de chamar alguém, é muito se o projeto pede, se as músicas pedem. Por exemplo, o Mari no Barzinho do Rio de Janeiro não teve participação nenhuma, o de Goiânia e o de Belo Horizonte tiveram. Já o de Fortaleza também não teve, então vai variando. A gente vai, na hora que produz a música, se sentir que tem alguma música que se identifica com alguém, que a gente deve chamar alguém para gravar, aí a gente chama, mas tudo vai depender do repertório”, explicou.

Sobre a gravação em Fortaleza, Mari destacou o valor afetivo da cidade. “Foi muito mágico. Fortaleza sempre foi uma cidade que me abraçou muito e eu sempre tive um carinho muito grande mesmo, assim, em Fortaleza. É a capital do meu estado, do Ceará. Eu morei muito tempo lá, mas só o fato de eu ser cearense, né, apesar de ter nascido e me criado no interior, já me faz ter um carinho enorme pela cidade. E depois que eu fui morar, o jeito que o público de Fortaleza me abraçou no início da minha carreira foi diferente. Então, independentemente de qualquer gênero musical que eu esteja cantando, seja forró, ou sertanejo, ou arrocha, ou o que for, eu sempre vou ter um carinho muito grande por Fortaleza e quero sempre ter a galera dessa cidade do meu lado presente comigo em momentos bem especiais”, declarou.

Por fim, a cantora explicou a história por trás de “Telefone Sem Fio”. “A letra da música de Telefone Sem Fio é uma letra muito engraçada, muito legal, porque o que acontece? A letra retrata uma pessoa que conta como ela descobriu que estava sendo traída. E ela conta que não foi o cheiro que estava na camisa, não foi o cabelo que apareceu, não foi uma marca que ficou no corpo, nada. Foi num certo dia que ela citou um certo nome na mesa e ela sentiu que o parceiro dela ficou nervoso com esse nome. Aí ela estranhou. Ela disse: ‘pô, por que ele ficou nervoso quando eu citei esse nome?’. E aí, em seguida, ela explica que depois descobriu a traição de tanto que ele falou. Ele falou para um, falou para outro que estava traindo ela e uma voz chegou ao ouvido dela”, contou.

Questionada se a música é inspirada em uma história real, Mari respondeu em tom descontraído: “Eu acho que o compositor estava bem inspirado com a história. Eu acho que sim”.

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