Concursos públicos em ano eleitoral: 2026 não é um ano perdido Karina Jaques 09.02.26 7h15 Ano eleitoral costuma gerar incertezas entre concurseiros. A cada eleição, surge o mesmo receio: “vale a pena estudar?” ou “os concursos vão parar?”. A resposta, à luz da legislação eleitoral e das orientações do Tribunal Superior Eleitoral, é clara: 2026 é, sim, um ano estratégico para quem quer aprovação. A Lei 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, estabelece no art. 73, inciso V, uma vedação específica à Administração Pública: é proibida a nomeação, contratação ou admissão de pessoal nos três meses que antecedem o pleito e até a posse dos eleitos, salvo exceções legais. Essa regra existe para preservar a isonomia do processo eleitoral e evitar o uso da máquina pública com fins políticos. Mas, atenção ao ponto que muitos ignoram: a vedação é temporária e limitada. Não se trata de um “ano inteiro perdido”. Se considerarmos que as eleições ocorrem, tradicionalmente, no primeiro domingo de outubro — que, em 2026, recai em 4 de outubro — o período de restrição começa em 4 de julho de 2026. Antes disso, a Administração pode agir normalmente. Além disso, concursos homologados antes do início da vedação podem gerar nomeações, inclusive durante o período eleitoral. A lei restringe a admissão nova no período crítico, mas não anula concursos nem impede todo o funcionamento da máquina administrativa. Na prática, isso significa duas coisas muito objetivas para quem estuda: 1) Editais podem ser publicados, provas realizadas e concursos homologados ao longo do ano; 2) Para quem ainda aguarda o edital, os meses que antecedem o período vedado são o tempo ideal para construir uma base sólida de estudo. Ano eleitoral não é ano de pausa. É ano de preparação estratégica. Quem entende o calendário e a lei sai na frente — e chega mais perto da nomeação quando ela vier. SEFA-PA aposta em TI e Fluência em Dados: professor Edilson Alves explica o que esperar da prova Para auxiliar quem está se preparando para a prova da Sefa-PA, a coluna entrevistou Edilson Alves, professor de Informática e Tecnologia da Informação. Segundo Alves: O candidato deve atentar para assuntos que são necessários para a carreira fiscal; O candidato deve treinar questões Fadesp e de outras bancas similares. Para acessar a íntegra da entrevista, aponte a câmera do seu celular para o QR code que está na coluna O Liberal Concursos e nos siga nas redes sociais @oliberal e @professorakarinajaques. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave karina jaques COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Karina Jaques . Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo! Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é. Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos. Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado! ÚLTIMOS POSTS Regras Concursos públicos em ano eleitoral: 2026 não é um ano perdido 09.02.26 7h15 CNU 2 entra na reta final e deve nomear ainda neste semestre 02.02.26 7h15 Mais de 160 mil vagas previstas no Orçamento de 2026: você já começou a se preparar 26.01.26 7h00 CNU segue convocando e CNU 2 avança: quem quer estar no CNU 3 precisa começar agora 19.01.26 7h00 Oportunidades Concurso da Câmara dos Deputados: salários altos, prova difícil e disputa nacional 12.01.26 7h00 Não é sorte, é hábito: como começar 2026 no caminho da aprovação 05.01.26 7h00 Oportunidades Sefa Pará abre o calendário dos grandes concursos de 2026 29.12.25 8h30 Natal e Réveillon não reprovam ninguém — a falta de planejamento, sim! 22.12.25 7h00